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Indústria brasileira quer ampliar agenda econômica com o Japão 28/08/2017

Encontro da CNI com a entidade empresarial japonesa Keidanren discutirá celebração de novos acordos e aperfeiçoamento de já existentes para aprimorar relação comercial entre os dois países

A indústria brasileira está empenhada em concluir a negociação e implementação da agenda de diferentes acordos em discussão entre Brasil e Japão. A importância de se estreitar os laços econômicos entre os parceiros é tema dos debates da 20a Reunião Conjunta do Comitê de Cooperação Econômica Brasil-Japão, realizada em parceria entre a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a entidade empresarial japonesa Keidanren, com o apoio da Federação das Indústrias do Estado do Paraná (FIEP). O evento ocorre em Curitiba, nestas segunda e terça-feira (28 e 29 de agosto).

Na abertura do evento, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, lembrou dos laços históricos entre Brasil e Japão, destacando que a cooperação com o Keidanren se iniciou em 1974. Segundo ele, a expectativa é de que o encontro contribua para novos avanços na relação bilateral, com avanços em acordos na área de comércio e de investimentos. “Queremos acreditar que, até 2019, tenhamos alcançado sucesso nas negociações do Acordo de Parceria Econômica Mercosul-Japão”, afirmou.

ACORDOS - Entre as discussões na agenda bilateral, está a revisão do acordo de dupla tributação (ADT). Ratificado em 1967, foi o primeiro do tipo a ser firmado por Brasil e precisa ser atualizado. A bitributação internacional ocorre quando dois países cobram duas vezes o mesmo imposto de renda sobre lucros, dividendos, juros, royalties e serviços. A CNI defende a celebração de novos acordos e a melhora da segurança jurídica dos já firmados, para dar mais previsibilidade e competitividade às operações das empresas do Brasil no exterior.

“O número de ADTs firmados pelo Brasil é pequeno e são pouco ambiciosos, sobretudo quando comparado com o de outros países emergentes. Os já existentes são pouco eficientes e o padrão brasileiro tem particularidades que interferem na assinatura de novos tratados com países que seguem as regras da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE)”, explica o diretor de Desenvolvimento Industrial da CNI, Carlos Abijaodi. (da Agência CNI, Guilherme Queiroz)

“Queremos acreditar que, até 2019, tenhamos alcançado sucesso nas negociações do Acordo de Parceria Econômica Mercosul-Japão” - Robson Andrade (Foto: Agência FIEP)



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