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Embaixador diz que adesão ao TPP é estratégica para o Brasil 22/03/2019

São Paulo (SP) - O embaixador Rubens Barbosa disse nesta sexta-feira (22) que a adesão do Brasil ao TPP é estratégica para o país. Ele participou de evento da Câmara, em São Paulo. Segundo Barbosa, "seria muito importante" o Brasil aderir ao TPP.

O Acordo Transpacífico de Cooperação Econômica (TPP, na sigla em inglês) estabeleceu o livre-comércio entre onze países: Japão, Brunei, Malásia, Cingapura e Vietnã, da Ásia; Austrália e Nova Zelândia, da Oceania; Canadá, e México, da América do Norte; Peru e Chile, da América do Sul.

“Eu defendo que o Brasil deve apresentar logo que possível uma proposta para se juntar ao bloco dos 11 países do TPP. Eu acho que para nós seria muito importante. A adesão do Brasil ao TPP significa a negociação com 11 países. Em 17 anos o Brasil negociou com três. Se a gente aderir ao TPP até o final do ano, nós vamos começar a negociar com 11 países, incluindo os países da Aliança do Pacífico. O Brasil fora do TPP significa perda de competitividade para produtos brasileiros que são exportados hoje para a Ásia. A soja, o minério de ferro e outros produtos que o Brasil exporta para essa região vão perder preferência, porque os países membros do TPP têm tarifa zero e nós pagaríamos tarifa.”, disse a uma plateia de cerca de 150 empresários e executivos japoneses.

Rubens Barbosa propôs uma associação entre empresas brasileiras e japonesas como o melhor caminho para vencer a crise e aproveitar as oportunidades de negócios que surgem. "Eu quero sugerir aos senhores. Como presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, tenho acompanhado de perto as demandas da indústria brasileira. O que o Brasil mais vai precisar, as empresas brasileiras, o que mais vamos precisar, são a inovação e novas tecnologias. Acho que é uma janela de oportunidades para as empresas japonesas de ponta, de alta tecnologia e inovação, participar de associações com empresas brasileiras. O Brasil vai precisar", afirmou.

Nesse contexto, sugeriu um encontro entre empresas brasileiras e japonesas, antes da reunião que vai haver no final de julho entre a Keidanren, CNI e Fiesp. "Encontro público empresarial, sem governo, com empresas brasileiras e japonesas, para as empresas japonesas mostrarem o que podem fornecer nessa nova etapa do crescimento e desenvolvimento do Brasil", destacou o diplomata.

O embaixador Rubens Barbosa é presidente do Instituto de Relações Internacionais e Comércio Exterior (IRICE), presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da FIESP e membro do GACINT/USP. Foi embaixador do Brasil em Londres de 1994 a 1999 e em Washington de 1999 a 2004, além de ter ocupado diversos cargos no Ministério das Relações Exteriores do Brasil. 

Embaixador Rubens Barbosa (Fotos: Rubens Ito / CCIJB)

Íntegra 

E a seguir, os principais trechos do pronunciamento do embaixador Rubens Barbosa : 
 
"Os senhores acompanharam no ano passado a campanha eleitoral. Em outubro realizamos uma eleição muito disputada, surpreendente no Brasil. Essa eleição apresentou um divisor de águas na política brasileira. A democracia se firmou no Brasil. Em termos institucionais o país continua muito forte. O candidato que venceu apresentou de certa forma uma plataforma diferente aqui no Brasil. Apresentou uma plataforma de direita. Tirando o governo autoritário das décadas de 60, 70 até 80, nenhum presidente foi eleito por uma plataforma de direita. Todos os governos anteriores apresentaram uma plataforma de centro-esquerda.

O candidato Bolsonaro apresentou uma proposta baseada no combate à violência, no combate à corrupção, com uma abertura da economia, enfim, com uma nova agenda. Essa plataforma de direita tem duas vertentes. Um que é a abertura da economia. E a outra vertente social e de costumes, muito conservadora, e que está criando uma perplexidade em alguns setores da economia. O governo trouxe uma nova agenda para o Brasil, que vai ter que ser negociada com o Congresso, porque envolve inclusive reformas constitucionais. O Brasil, apesar das crises que nós vivemos nos últimos anos de uma recessão, continua sendo visto como um mercado atraente. O país apesar de todas as crises, continua sendo uma das dez maiores economias do mundo. É uma vantagem para o Brasil e é um desafio também porque a percepção externa é importante para entender o desenvolvimento e a posição no mundo.

Quais são as priodidades desse governo? Algumas internas e outras externas. Em termos de internas, assim como para os outros candidatos, a prioridade é o crescimento econômico e do emprego. Eram 14 milhões de desempregados. Agora são 12 milhões. O crescimento era negativo, agora está sendo positivo. Duas áreas importantes de atuação do governo. Primeiro, desenvolvimento social. Para isso o que está sendo feito. Há uma política conservadora liberal que visa a estabilidade econômica do país, através da redução do déficit fiscal, como os senhores sabem, é o maior problema que o Brasil enfrenta, através da manutenção de uma inflação baixa, da estabilidade da taxa de câmbio, da estabilidade da redução gradual da taxa de juros e a manutenção das reservas em nível bastante alta.

Se essa política econômica que o ministro Paulo Guedes está tentando implementar der certo, vai voltar a confiança dos agentes econômicos. Além dessa estabilidade da economia, a política econômica do governo também visa a restabelecer a competitividade da economia. Em termos de competição macroeconômica o governo vai discutir a reforma do Estado, a redução do papel do Estado. A grande prioridade do governo é a reforma da Previdência Social. Em seguinda, após a reforma da Previdência vai ser discutida a reforma tarifária.

E ao mesmo tempo vai ser implantado o programa de concessões, de privatização de grandes projetos de infraestrutura. Ao mesmo tempo dessa agenda que é muito importante, medidas para a abertura da economia, que visa desburocratizar, reduzir o papel do Estado, simplificação e a facilitação do comércio. Portanto, o marco regulatório vai ser revisto. Vai ser dada grande importância à educação para que o Brasil passe de uma maneira rápida chegar à inovação e à tecnologia.

O principal desafio do Brasil na área industrial é modernizar as empresas, tornando empresas mais inovadoras para que possam ser mais competitivas. Dentro desse enfoque, dessa reforma da economia, da estabilidade da economia, é muito importante o ingresso do Brasil na OCDE (Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico). Agora nos Estados Unidos foi resolvido o último obstáculo que era o governo americano para que o Brasil possa se integrar a OCDE.

O outro aspecto, além desse de desenvolvimento social com a reforma da economia, com a simplificação e com a desburocratização, com a volta da competitividade, é o do setor de combate à corrupção e medidas a favor da segurança pública. O ministro da Justiça Sérgio Moro já apresentou um conjunto de medidas para focar a questão da violência e medidas estão sendo tomadas e há uma grande discussão na Lava Jato, no Judiciário, para combater a corrupção. É prioritário da sociedade brasileira. Não é desse governo, de outro governo, focar esse problema. A questão da segurança interna no Brasil os senhores sabem da dificuldade de alguns estados do Brasil. De violência, de segurança, isso é prioridade porque afeta a toda a população e o governo vai concentrar atenção nisso. 

Esses são os principais enfoques em relação à política econômica, política social, o combate à corrupção e as medidas para restabelecer a segurança interna aqui no Brasil. 

A segunda prioridade é a externa. Se os senhores forem analisar objetivamente, nesses últimos anos, por causa das políticas equivocadas, por causa da ideologia de governo do PT, o Brasil, sendo uma das dez maiores economias do mundo, ficou isolado das negociações comerciais. Enquanto o mundo negociou mais de 200 acordos comerciais, o Brasil, em 17 anos, negociou três acordos comerciais, com o Egito, com Israel e com a Autoridade Palestina. São acordos irrelevantes do ponto de vista comercial. 

O Brasil por todas essas dificuldades, do custo Brasil, mencionadas aqui, da ineficiência, da burocracia, da infraestrutura deficiente e sobretudo do regime de cobrança de impostos de taxação, o país se tornou pouco competitivo. O Brasil está caindo na escala. Segundo o Banco Mundial, o país está nas últimas posições. Isso deve ser muito claro.

O Brasil deve estabelecer a competitividade. O Brasil então ficou isolado, perdeu competitividade, perdeu influência e poder. Um país do tamanho do Brasil, 70% de tudo o que acontece na América Latina, 70% é o Brasil. Por causa das políticas equivocadas que houve durante o governo do PT, o Brasil perdeu poder, perdeu influência. E por causa da perda de competitividade, o país perdeu participação no mercado para os produtos brasileiros, inclusive os produtos manufaturados que caíram muito pela perda de competitividade e os senhores que trabalham nesta área sabem o que eu estou dizendo. Por que o Brasil não está inserido nas cadeias globais, comércio entre companhias (intercompany), de valor?

Segundo estudos do Banco Mundial, o Brasil tem participação pequena nessas cadeias globais de valor sobretudo na área agrícola por falta de competitividade por causa do custo Brasil. Esse é uma das grandes prioridades do governo. O governo brasileiro trouxe uma nova visão de mundo. Prevaleceu o Brasil em termos de integração com o mundo. O governo brasileiro em termos de competitividade dará prioridade na estratégia externa com os Estados Unidos, Israel e Chile. Estamos desembarcando com uma série de acordos comerciais que são muito importantes. No final do governo Temer tivemos acordo com o Chile. E agora estamos negociando com a União Europeia, Canadá, EFTA (área de livre comércio formada pela Suíça, Noruega, Islândia e Liechtenstein), Coreia do Sul, Singapura e conversas iniciais com o Japão. 

O Brasil tem um grande desafio na área externa que eu poderia resumir entre dois aspectos mais importantes. Primeiro, a geopolítica no hemisfério mudou totalmente. A eleição de Trump nos Estados Unidos, presidente de esquerda no México, situação da Venezuela, a crise econômica e eleição na Argentina, a crescente presença da China e da Rússia no continente. A geopolítica mudou muito. E o Brasil vai ter que se ajustar a essa nova geopolítica. Em relação à Venezuela, o Brasil talvez seja o país que tenha maior interesse nesse assunto. Há grande interesse do Brasil para que essa questão da Venezuela seja resolvida. Temos sérios problemas na fronteira. Contrabando, tráfico de armas, drogas, quase 100 mil refugiados da Venezuela para o Brasil, problema comercial, problema financeiro. Empresas brasileiras são credoras de mais de 100 milhões de dólares com a Venezuela. Em termos de estratégias com o Estado de Roraima que em quase sua totalidade depende da energia que vem daquele país.

Mais dois aspectos importantes na área externa que valem a pena mencionar. Primeiro é a questão do protecionismo global que afeta também os produtos brasileiros, e sobretudo estou muito preocupado com essa disputa entre os Estados Unidos e a China. Na minha visão, esse é o começo de uma disputa de poder hegemônico entre a China e os Estados Unidos neste século. Nós estamos vendo o começo da disputa pela hegemonia política e econômica global entre os Estados Unidos e a China. Agora, neste primeiro momento é uma disputa comercial. Começando a entrar numa segunda etapa que é uma disputa tecnológica. E daqui 20, 30, 40 anos nós vamos ter uma disputa estratégica, uma estrutura de defesa. O Brasil não deve tomar partido nem de um lado, nem de outro. O Brasil tem muito a ganhar e tem muito a perder. Se estas conversas que estamos acompanhando entre os Estados Unidos e a China se concluírem, um dos perdedores será o Brasil. Porque um dos compromissos que a China está assumindo é comprar grãos em grande quantidade dos Estados Unidos. Então, haverá um desvio de comércio da exportação brasileira para a China em relação aos Estados Unidos.

A visita do presidente Bolsonaro aos Estados Unidos foi importante porque alguns pontos da agenda brasileira foram cumpridos. O acordo de salvaguarda tecnológica que vai permitir o uso comercial do centro de lançamento de foquetes e satélites comerciais da base de Alcântara foi assinado e isso pode beneficiar algumas companhias japonesas, que poderão ter interesse na utilização do centro de lançamento e poderão ter interesse em desenvolver cooperação com empresas brasileiras na área espacial.

Conclusão. O Brasil está passando por um momento que estamos caminhando no "fio da navalha". Hoje o governo brasileiro, estamos dependendo da aprovação dessa reforma da Previdência. O governo colocou na percepção que essa reforma é essencial para resolver todos os problemas. Essa reforma é essencial para conter o problema do déficit fiscal. Depois dessa reforma, para tornar o Brasil competitivo, para modernizar o Brasil, a permitir a volta do crescimento, a queda do desemprego. Então, os empresários brasileiros estão tanto interno como externamente adotando uma política de cautela. Vamos ver o que é que vai acontecer. E nós esperamos que até o fim desse primeiro semestre essa reforma tenha sido votada, abrindo a perspectiva de uma nova performance e a modernização da economia.

Eu acho que se essa reforma for aprovada no primeiro semestre, o Brasil vai crescer mais de 2%. Se for aprovada de uma maneira forte o país vai crescer a partir do ano que vem acima de 3%, 4%. As indústrias brasileiras estão com ociosidade. Então, se houver a recuperação da economia, as indústrias brasileiras não vão precisar de investimento no primeiro, no segundo ano, para atender com a volta da demanda. Então, a partir do segundo ano sim, vai ser necessário investimentos para continuar esse crescimento. A relação com o Congresso vai ser crucial. A crise em que os governos petistas colocaram o Brasil, para sair dela vai ter que mexer com os privilégios, as corporações, se não fizer isso, se sair uma reforma muito desidratada, vai atrasar esse combate ao déficit fiscal. Há na sociedade a percepção de que há urgência na aprovação dessa reforma. Essa reforma vai trazer a volta do crescimento. Se houver um problema com a reforma da Previdência, coisa que não acho que vai acontecer. Eu acho que a reforma vai ser aprovada. Mas na hipótese da reforma não for aprovada, aí vamos ter muita dificuldade. O Brasil vai depender muito para crescer.

Eu defendo que o Brasil deve apresentar logo que possível uma proposta para se juntar ao bloco dos 11 países do TPP. O Brasil deveria aderir ao TPP. Eu acho que para nós seria muito importante. A adesão do Brasil ao TPP significa a negociação com 11 países. Em 17 anos o Brasil negociou com três. Se a gente aderir ao TPP até o final do ano, nós vamos começar a negociar com 11 países, incluindo os países da Aliança do Pacífico. O Brasil fora do TPP significa perda de competitividade para produtos brasileiros que são exportados hoje para a Ásia. A soja, o minério de ferro e outros produtos que o Brasil exporta para essa região vão perder preferência, porque os países membros do TPP têm tarifa zero e nós pagaríamos tarifa. 

Eu quero sugerir aos senhores seria importante que as empresas japonesas tivessem um perfil mais elevado aqui no Brasil. E que fosse discutido previamente o que as empresas estão fazendo, que setores principais elas atuam. E o que o Brasil mais vai precisar, as empresas brasileiras, o que mais vamos precisar, são a inovação e novas tecnologias. Como presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior da Fiesp, tenho acompanhado de perto as demandas da indústria brasileira.

Acho que é uma janela de oportunidades para as empresas japonesas de ponta, de alta tecnologia e inovação, para participar de associações com empresas brasileiras. O Brasil vai precisar. Então, seria importante um encontro público com empresários, empresas japonesas oferecendo algum serviço, alguma inovação que possa ser absorvida.

Então fica a sugestão de a gente realizar antes da reunião que vai haver no final de julho entre a Keidanren, CNI e Fiesp. Encontro público empresarial, sem governo, com empresas brasileiras e japonesas, para as empresas japonesas mostrarem o que podem fornecer nessa nova etapa do crescimento e desenvolvimento do Brasil. Com essa nova agenda econômica, o importante é que nós estamos todos esperando que possa acontecer para que o Brasil volte a crescer como cresceu no passado 4%, 5%, 6%, aumentar o emprego e ter uma participação importante no cenário global. Nós já temos na área agrícola e vamos ver se conseguimos voltar a ter uma participação mais importante na área industrial também. Muito obrigado!". 

Palestra do representante-chefe do JBIC no Brasil

Antes da pelestra do embaixador Rubens Barbosa, Tomoo Kushibiki, representante-chefe no Brasil do JBIC (Japan Bank for International Cooperation - Banco para Cooperação Internacional do Japão), discorreu sobre “Pesquisa sobre operação empresarial das empresas japonesas no exterior (2018)”. 

Em sua carreira no JBIC, antes do cargo atual, Tomoo Kuchibiki atuou no Rio de Janeiro entre 2005 e 2008 e no departamento financeiro para as Américas nas operações relacionadas à infraestrutura e exportações para o Brasil, passando por pesquisador do setor de finanças e de recursos minerais, responsável pela pesquisa da Divisão de Política e Estratégia para Operação Financeira do Departamento de Administração e Coordenação Geral, e outros cargos importantes na instituição.

Tomoo Kushibiki, representante-chefe do JBIC no Brasil

Atividades ordinárias 

Atsushi Okubo, escritório em São Paulo da Jetro (Japan External Trade Organization - Agência de Comércio Exterior do Japão) convidou os membros-associados para participar da missão empresarial ao Uruguai e a Argentina, que acontecerá de 23 a 26 de abril vindouro, promovida pelo órgão e com o apoio da Câmara, por seu Departamento de Transportes e Serviços, presidido por Shingo Yoshida, diretor-presidente da NYK do Brasil (Transporte Marítimo) e tendo como um dos membros Shunsuke Miyakawa, diretor-presidente da ONE - Ocean Network Express. Okubo também convidou para o seminário e networking com empresas japonesas do setor de autopeças, a ser realizado na tarde desta sexta-feira (22), no Sindipeças, em São Paulo.

Atsushi Okubo (presidente da Jetro, São Paulo), Fujiyoshi Hirata (secretário-geral da Câmara), Shingo Yoshida e Shunsuke Miyakawa (respectivamente, presidente e membro do Departamento de Transportes e Serviços da Câmara)

Shinji Tsuchiya (presidente da Câmara), Rubens Barbosa (embaixador), Toshifumi Murata (presidente da Câmara a partir de 01.04.2019) e Fujiyoshi Hirata (secretário-geral da Câmara)

O embaixador Rubens Barbosa recebe placa de agradecimento da Câmara através do presidente Shinji Tsuchiya

Embaixador Rubens Barbosa com membros da Diretoria da Câmara

Aiichiro Matsunaga, que foi presidente da Câmara até 31.12.2018, está deixando o cargo de diretor-presidente da Mitsubishi Corporation do Brasil, sendo substituído por Yukio Shinozaki. De volta do Japão, Matsunaga desempenhará novas funções na Mitsubishi Corporation de Tóquio.

Satoshi Awaya está deixando o cargo de diretor-presidente da Sojitz do Brasil. O seu substituto será Tomo (Yuki) Hirose. De retorno ao Japão, Satoshi Awaya será diretor-adjunto do setor de energia na matriz Sojitz Corporation, em Tóquio.

Shingo Ueda está deixando o cargo de diretor-presidente da Mitsubishi Indústrias Pesadas do Brasil. O seu substituto será Yoshihiro Yamada.

Yoshihiro Yamada

Tetsuya Chikaraishi (e) será o diretor-presidente da Azbil do Brasil Automação, no lugar de Makoto Negishi (d), que retorna ao Japão.

Shintaro Nagata assume como diretor-presidente da MMC Metal do Brasil, substituindo Akira Okamoto que desempenhará novas funções na unidade de Osaka da Mitsubishi Materials Corporation.

Shunichi Arimura (e) será o diretor-presidente da Shimadzu do Brasil, no lugar de Shinei Matoba (d), que retorna ao Japão.

Kei Yuhara (e) substitui Shingo Yoshida (d) como diretor-presidente da NYK do Brasil.

Veja MAIS FOTOS clicando no seguinte link:
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Rubens Ito / CCIJB - 22/03/2019



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