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Alckmin propõe parceria entre universidades paulistas e Ministério japonês 09/08/2004

O governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin, propôs no dia 9 de agosto, em Tóquio (Japão), parceria entre as universidades estaduais paulistas e o Ministério da Educação japonês. Em encontro com o ministro da Educação, Cultura, Ciência e Tecnologia do Japão, Takeo Kawamura, Alckmin propôs que as universidades de São Paulo participem da preparação de professores japoneses que trabalham na alfabetização e educação dos filhos dos trabalhadores brasileiros – conhecidos como dekasseguis – atualmente no Japão.

Alckmin expressou preocupação com a situação de muitos jovens brasileiros no Japão. Em razão da dificuldade de acompanhar os cursos nas escolas públicas do país, muitos dos filhos dos dekasseguis colocam-se numa situação de vulnerabilidade e acabam por abandonar os estudos.

Esta é também uma das principais dificuldades mencionadas por representantes da comunidade nipo-brasileira no Japão. A colônia brasileira no Japão conta hoje com 274 mil pessoas. É a terceira mais numerosa comunidade estrangeira no Japão, após a chinesa e a coreana. A província de Aichi, cuja capital é Nagóia, concentra o maior número de brasileiros, cerca de 60 mil. O governador também se encontrou, em Nagóia, no sábado, com lideranças da comunidade brasileira.

Os adolescentes acompanham seus pais no Japão, mas sem falar ou escrever a língua nativa, os brasileiros enfrentam óbvias dificuldades para acompanhar o rigoroso método educacional nipônico, acabando por se sentir marginalizados e, portanto, desestimulados a prosseguir nos estudos. Há que se levar em conta também as diferenças culturais entre os dois países.

O ministro da Educação japonês, que é também deputado no Parlamento japonês e secretário-geral da Liga Parlamentar de amizade Brasil-Japão, recebeu a proposta do governador paulista com satisfação, comentando que a Constituição de seu país prevê que o Estado tem o dever de fornecer educação para todos os habitantes, sem distinção de cultura ou língua original.

Segundo a proposta de Alckmin, os professores da rede de ensino japonesa receberiam noções básicas de língua portuguesa e de cultura brasileira, para assim poderem educar com mais eficiência os seus alunos de origem brasileira.

Álcool

A adição de álcool produzido em São Paulo na gasolina comercializada no Japão e o programa de parcerias público-privadas (PPP) do Governo Paulista foram os temas do encontro de Alckmin na sede da influente Keidaren, a confederação nacional da indústria japonesa.

Ainda nesta segunda-feira, o governador reuniu-se, em Tóquio, com Shoei Utsuda, presidente da seção japonesa do comitê econômico Brasil/Japão, e representantes das cerca de 300 empresas japonesas com negócios no Brasil. Do lado brasileiro, participaram os secretários da Fazenda, Eduardo Guardia, de Ciência, Tecnologia, Desenvolvimento Econômico e Turismo, João Carlos Meirelles, e Luiz Salgado Ribeiro, assessor do governador.

A adição do álcool produzido nas usinas de São Paulo na gasolina japonesa foi a proposta levada por Alckmin. Já no encontro com o primeiro-ministro japonês, Junichiro Koizumi, na sexta, Alckmin conversou sobre o assunto. Enquanto o Brasil coloca 25% de etanol na gasolina, no Japão esta porcentagem é zero. Como muitos países industrializados do mundo, o Japão também enfrenta problemas de poluição. Por esta razão, a idéia levada por Alckmin foi bem recebida tanto pelo primeiro-ministro Koizumi como na Keidaren.

Alckmin informou que já há uma lei que autoriza os japoneses a adicionarem 3% de etanol na gasolina, mas esta lei ainda não está implementada. A adição de álcool brasileiro no combustível comercializado no Japão significaria um extraordinário impulso às exportações de álcool produzido no interior paulista, destacou ele.

O governador paulista também apresentou aos empresários japoneses, na sede da Keidaren, o programa paulista de parcerias com a iniciativa privada, PPP. Ele destacou que o momento é propício para uma retomada de um relacionamento mais intensivo entre o Japão e São Paulo e o Brasil. Alckmin destacou ainda o secular entendimento existente entre as duas nações e a confiança entre ambos, que foi forjada ao longo de várias décadas de confiança mútua.

Fonte: Site Oficial do Governo do Estado de São Paulo



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