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Empresários discordam da redução da jornada de trabalho para 40 horas 09/02/2010

Brasília - Representantes dos empresários disseram ao presidente da Câmara, deputado Michel Temer (PMDB-SP), serem contrários à redução da jornada de trabalho das atuais 44 horas para 40 horas semanais como prevê proposta de emenda à Constituição (PEC), em tramitação na Casa. Eles saíram, há pouco, de uma reunião com o presidente. “Aprovar a proposta nesse ano é eleitoreiro”, disse o presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), deputado Armando Monteiro Netto (PTB-PE).

Segundo Monteiro Netto, a crise que o Brasil passou não permite que a indústria assuma mais gastos para produzir com a redução da carga horária, calculada em torno de 2%. Ele acredita que essa redução da jornada de trabalho causará um impacto forte no setor, que poderá causar desempregos. De acordo com o presidente da CNI, não se cria emprego com legislação nenhuma e sim com investimentos.

Para Monteiro Netto, essa proposta precisa ser melhor debatida e não pode ser uma regra geral para todo o país, tem que ser levado em conta as diferenças regionais. Segundo ele, muitas indústrias, na prática, já adotam uma carga horária menor, “mas tornar a medida obrigatória seria drástico para a indústria”.

O vice-presidente da Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), Roberto Della Manna, que também participou da reunião, disse que os empresários não podem aceitar a redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais. “Não há possibilidade nem mesmo de haver uma redução gradativa, a cada ano”, disse o dirigente da Fiesp.
 
Temer disse que vai continuar negociado com os dois lados à busca de um entendimento que viabilize a votação da PEC. “Temos que ouvir os dois lados”. Ele informou que vai levar aos líderes partidários, em reunião, uma proposta para a redução gradual da carga horária, sem que haja aumento da hora extra, “e que atenda tanto os empresários quanto os trabalhadores”.

Enquanto aguardavam a reunião de Temer com com os empresários, os defensores das 40 horas se manifestaram tocando tambores, na tentativa de sensibilizar os deputados. (Agência Brasil - Iolando Lourenço)



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