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Líderes da indústria criticam proposta de redução da jornada de trabalho para 40 horas semanais 23/02/2010

Brasília – A redução da jornada de trabalho semanal de 44 para 40 horas, que está em tramitação no Congresso Nacional, foi criticada nesta terça feita (23/2) pelo presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto e pelo presidente da Federação das Indústrias de São Paulo, Paulo Skaff, sob a alegação de que se trata de uma bandeira política e não de um interesse do trabalhador.

Monteiro Neto questiona se "esse seria momento para aumentar os custos das empresas, quando elas precisam mesmo é de  fazer a recuperação da oferta de empregos". A adoção linear de jornada de trabalho, de acordo com o presidente da CNI também "não é adequada tendo em vista as desigualdades que existem no país, na área empresarial".

Segundo Monteiro Neto, empresas pequenas que ficariam até mesmo inviabilizadas com a medida, e, além do mais, "nenhum segmento está proibido de reduzir a jornada de trabalho, se tiver condições para isso".
  
Paulo Skaff afirmou que a legislação atual permite flexibilidade na jornada de trabalho e que hoje já se pratica a média de 41 horas semanais, segundo ele. "Há até quem adote a carga de 38 horas, como é o caso da indústria farmacêutica. Fazer uma imposição legal nessa área engessa as empresas, afetando os setores mais sensíveis”.

Skaff afirma que, em 1982 a França resolveu reduzir a jornada semanal de trabalho e houve aumento do desemprego. Mas, depois disso, o país adotou legislação mais compatível com a sua realidade e restabeleceu o mercado de trabalho. 

Skaff vê "interesse eleitoral na questão da redução da jornada no Brasil" e opina que "não se pode misturar interesse político com interesse das pessoas".
     
O presidente da CNI e o presidente da Fiesp se reuniram hoje em Brasília com os presidentes de Federações de Indústria de todo o país. Eles vão ter encontro nesta tarde com o presidente da Câmara Federal, deputado Michel Temer, para discutir a tramitação da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que trata do assunto. Temer propôs a alternativa de fixar jornada semanal em 42 horas, mas os representantes da indústria acham que também não seria adequado. (Agência Brasil - Lourenço Canuto de Melo)



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