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Elevação do juro pode diminuir crescimento do comércio, avalia CNC 25/02/2010

Rio de Janeiro - Pesquisa divulgada hoje (24) pela Confederação Nacional do Comércio (CNC) estima que a possível elevação da taxa básica de juro, hoje em 8,75% ao ano, pelo Banco Central pode favorecer o aumento da inadimplência no segundo semestre e diminuir a perspectiva de crescimento do comércio em 2011.

Com taxas mais altas, a procura por crédito pode cair e, consequentemente, as pessoas terão menos condições de manter o ritmo de consumo, explica o chefe da Divisão Econômica da CNC, Carlos Thadeu de Freitas. Segundo ele, a grande questão é saber quando os operadores da política monetária devem elevar e diminuir as taxas.

O economista avalia que o crédito já está mais caro em comparação com os meses anteriores, de acordo com dados divulgados hoje pelo Banco Central. "O crédito mais caro pode fazer o comércio andar mais devagar no final do ano em função das taxas de juros, que estão alta e podem subir mais."

Os reflexos da alta nos juros, no entanto, só devem influenciar as vendas em 2011. Neste ano, as mudanças devem começar no segundo semestre, quando os prazos de pagamentos podem diminuir. "Enquanto tivemos incertezas em relação a taxa de juros, talvez o crédito não seja tão farto como foi no ano passado", disse.

Para 2010, Thadeu de Freitas aposta no crescimento e destaca o avanço do crédito, da massa real de salários e de empregos para puxar o consumo das famílias. De acordo com suas estimativas, esses fatores devem se refletir no crescimento do comércio entre 8% e 9%, maior do que avanço de 5,9% registrado em 2009.

Em relação ao endividamento das famílias, que segundo a pesquisa da CNC teve avanço entre janeiro e fevereiro de 61,2% para 61,8%, o economista minimiza, afirmando que o "brasileiro está endividamento há muito tempo" e que o lado positivo é que tem expectativa de pagar as contas em dia.

De acordo com a pesquisa da CNC, o percentual de famílias com contas em atraso caiu de 29,1% para 25,6%, entre janeiro e fevereiro, assim como o percentual que assumiu não ter como pagar suas dívidas (de 10,2% para 8,6%). 

O levantamento também também chama a atenção para o fato de as famílias com renda familiar mensal de até dez salários mínimos terem declarado estar mais endividadas que as com renda mensal superior a esse valor. A explicação, na opinião do chefe da Divisão Econômica da CNC, está na educação financeira.

"Quem tem mais renda colocou o pé no freio. Tem o nível de percepção que o crédito vai ficar mais caro e que é importante não se endividar", avaliou Thadeu de Freitas. (Agência Brasil - Isabela Vieira)



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