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BC aumenta depósito compulsório e começa a reverter uma das medidas para combater a crise internacional 25/02/2010

Brasília – O Banco Central (BC) decidiu hoje (24) desfazer uma das principais medidas para combater a crise internacional iniciada em setembro de 2008. A instituição anunciou o aumento do recolhimento de compulsório bancário sobre depósitos a prazo (como os populares CDBs), voltando aos níveis anteriores à crise.

O anúncio foi feito há pouco pelo presidente do BC, Henrique Meirelles. Segundo ele, a medida é uma “estratégia de saída das medidas tomadas para combater a crise”. Na prática, com a medida, será reduzida a quantidade de recursos disponíveis para empréstimos a pessoas físicas e empresas no mercado financeiro.

O recolhimento compulsório é a exigência de que os bancos deixem uma parte do dinheiro de seus clientes congelados no BC e usem os recursos para empréstimos.

Na crise, o BC criou facilidades, reduzindo o compulsório bancário sobre os depósitos a prazo, com o objetivo de dar mais liquidez ao mercado, medida que acabou transferindo R$ 99,8 bilhões do recolhimento compulsório para os bancos, possibilitando a manutenção da oferta de crédito.

De acordo com o diretor de Política Monetária do BC, Aldo Mendes, com a volta dos patamares anteriores à crise, devem sair do mercado financeiro pelo menos R$ 70 bilhões que vinham sendo aplicados livremente pelas instituições financeiras. 

Meirelles destacou que o compulsório, hoje em vigor, de 13,5%, retorna ao patamar antigo de 15%. Para saber quanto será retirado do mercado, o BC vai fazer cálculos do recolhimento de depósitos do período entre 29 de março e 1º de abril e fazer o primeiro recolhimento dentro das novas normas, a partir de 9 de abril. 

Mendes explicou que haverá outra mudança. O valor do recolhimento compulsório, que atualmente atinge depósitos superiores a R$ 10 mil, vai passar para R$ 500 mil. As alíquotas de exigibilidades adicionais também aumentam dos atuais 4% para 8%, no caso dos depósitos à vista, a partir de 22 de março. (Agência Brasil - Stênio Ribeiro)



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