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Setor público paga todas as contas e ainda sobram recursos em janeiro 25/02/2010

Brasília - O setor público registrou superávit nominal de R$ 2,201 bilhões, em janeiro, segundo informou hoje (25) o Banco Central. Esse resultado é a diferença entre receitas e despesas, incluídos pagamento de juros da dívida pública. A última vez que ocorreu superávit nominal foi em outubro de 2008 (R$ 9,502 bilhões), quando a economia estava aquecida e a arrecadação do governo, em alta.

Em janeiro de 2009, período influenciado pela crise financeira internacional, o setor público registrou déficit nominal de R$ 7,497 bilhões. No mesmo mês de 2008, o setor público havia apresentado superávit nominal, de R$ 7,620 bilhões.

Em janeiro deste ano, o pagamento de juros somou R$ 13,983 bilhões, valor inferior aos R$ 14,855 bilhões registrados no mesmo período de 2009.

O superávit primário, a diferença entre receitas e despesas, excluídos pagamentos de juros, ficou em R$ 16,185 bilhões no mês passado, contra R$ 7,358 bilhões registrados no mesmo período de 2009.

De acordo com o chefe do Departamento Econômico do BC, Altamir Lopes, o resultado observado em janeiro se deve à “economia aquecida e [a] receitas bastante fortes”.

A contribuição do governo central ( Tesouro, Banco Central e Previdência) foi de R$ 13,538 bilhões para o resultado primário. Os governos estaduais apresentaram resultado positivo de R$ 1,746 bilhão e os municipais de R$ 946 milhões.

As empresas estatais tiveram déficit primário de R$ 44 milhões, resultado influenciado pelo resultado negativo das estaduais, R$ 344 milhões. As estatais federais tiveram superávit de R$ 342 milhões e as municipais, de R$ 46 milhões.

Nos 12 meses encerrados em janeiro deste ano, o superávit primário é de R$ 73,344 bilhões, o que representa 2,32% do Produto Interno Bruto (PIB), soma de bens e serviços produzidos no país. A meta do governo para este ano é de um superávit primário de 3,3% do PIB.

Os dados também mostram que em 12 meses foi registrado déficit nominal de R$ 94,924 bilhões, valor que corresponde a 3% do PIB. Os gastos com juros nesse período chegaram a R$ 168,268 bilhões. (Agência Brasil - Kelly Oliveira)



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