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Venda de imóveis usados cresce 39,97% e locação mantém alta em fevereiro em SP 04/05/2010

O Carnaval não impediu que os mercados de venda e locação tivessem desempenho positivo em fevereiro na cidade São Paulo. As vendas de imóveis usados aumentaram 39,97% em relação a janeiro e o número de imóveis alugados foi 19,08% maior que o do mês anterior, que já havia registrado crescimento de 19,25% sobre dezembro. Os números foram apurados em pesquisa feita com 413 imobiliárias da Capital pelo Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo (CRECISP).

O crescimento das vendas em fevereiro reverte a queda havida em janeiro, de 11,81%, e lança "sinais de otimismo" sobre o desempenho do mercado de imóveis usados este ano, afirma José Augusto Viana Neto, presidente do CRECISP. "Considerando que o emprego na indústria paulista teve em março o melhor desempenho em mais de três anos, crescendo 1,37% sobre fevereiro, e que a perspectiva é de haver um recorde h istórico este ano na geração de empregos, é lógico esperarmos um desempenho muito positivo do mercado imobiliário", avalia.

O índice de vendas evoluiu de 0,3650 em janeiro para 0,5109 em fevereiro com a negociação de 211 imóveis. O salto de 39,97% nas vendas foi puxado pelos apartamentos, que totalizaram 74,88% das transações, ficando as casas com os restantes 25,12%. A maioria das vendas foi feita à vista - 74,76% do total -, enquanto os financiamentos da Caixa Econômica Federal (CEF) foram responsáveis por 20,39% e os dos demais bancos, por 4,85%. Não se registraram operações de venda financiadas pelos proprietários nem por cartas de crédito de consórcios imobiliários (vide tabela 3 na pág.7).

Os imóveis mais vendidos em fevereiro na Capital foram os de valor superior a R$200 mil, com 45,63% do total. A pesquisa CRECISP registrou 5 casos de alta e 3 de queda dos preços médios dos imóveis usados. O preço que mais subiu - 55,86% - foi o de apartamentos de p adrão médio com 8 a 15 anos de construção e situados em bairros da Zona C, como Aeroporto, Bosque da Saúde e Cambuci - o metro quadrado passou de R$1.996,50 em janeiro para R$3.111,83 em fevereiro (vide tabelas 1 e 7 nas págs. 5 e 9).

Na Zona B a pesquisa registrou a maior queda no preço médio de imóveis usados. Apartamentos construídos há mais de 15 anos eram vendidos a R$3.563,75 o metro quadrado em janeiro, valor que passou a R$2.090,58 em fevereiro - uma queda de 41,34%.

A distribuição das vendas pelas cinco zonas de valor da Capital obedece quase fielmente ao perfil dos bairros que agrupam, isto é, dos bairros mais valorizados e caros (Zona A) aos bairros mais periféricos e com preços menores e aluguéis mais baixos (Zona E). Assim é que a Zona A concentrou 32,82% das vendas em fevereiro; a Zona B ficou com 24,3%; e a Zona E com 11,44%. Inverteram-se as posições nas Zonas C e D, já que a primeira totalizou 14,77% das vendas enquanto que a segunda somou 16,68% (vide gráfico 2 na pág. 7).

Apartamentos lideram locações em fevereiro, que cresceram 19,08%

As 413 imobiliárias pesquisadas pelo CRECISP na Capital alugaram 793 imóveis em fevereiro, o que fez o índice de locação evoluir de 1,6125 em janeiro para 1,9201 em fevereiro. Esse aumento de 19,08% no número de novos contratos veio acompanhado de um aumento também na devolução de casas e apartamentos às imobiliárias. Foram 419 imóveis entregues pelos inquilinos aos seus proprietários, o equivalente a 52,84% das novas locações e 4,86% a mais que em janeiro (vide tabela 19 na pág. 14).

Mais da metade dos imóveis alugados em fevereiro (56,24%) concentrou-se na faixa de até R$800,00 mensais. A pesquisa CRECISP apurou alta do aluguel médio em 15 tipos de imóveis e queda em 8. O aluguel que mais aumentou foi o de apartamentos de 3 dormitórios em bairros da Zona C, como Aeroporto, Vila Mazzei e Vila Leopoldina. O aluguel médio era R$1.200,00 em janeiro e passou a R$2.076,92 em fevereiro, um aumento de 73,08% (vide tabelas 11 e 13 nas págs. 10 e 11).

A contrapartida ficou com as casas de 3 dormitórios situadas em bairros da Zona D, como é o caso de Água Rasa, Bela Vista e Brás. O aluguel médio desses imóveis baixou 32,79%, de R$1.264,71 em janeiro para R$850,00 em fevereiro (vide tabela 10 na pág.10).

A forma de garantia adotada na maioria das locações em fevereiro foi o fiador (52,62% do total de contratos), seguido pelo depósito de três meses do aluguel (23,97%) e pelo seguro de fiança (23,41%). Outra boa notícia do mês foi a redução da inadimplência, que ficou em 3,99% do total de contratos em vigor nas imobiliárias pesquisadas - redução de 2,44% em relação a janeiro (vide tabelas 20 e 19 na pág. 14).

As novas locações distribuíram-se da seguinte forma pelas Zonas de valor: 33,34% na Zona C; 26,27% na Zona D; 14,89% na Zona E; 14,26% na Zona B; e 11,24% na Zona A.

Ações judiciais aumen tam 5,93%

O número de ações judiciais propostas nos Fóruns da Capital aumentou 5,93% em fevereiro na comparação com janeiro: foram 4.608 ações em fevereiro e 4.350 em janeiro (vide tabela 21 na pág. 15).

Aumentou o número de ações em consignação (+ 214,29%, de 7 para 22), por falta de pagamento (+ 46,53%, de 1.053 para 1.543), as ações ordinárias (+ 4,55%, de 154 para 161) e as ações renovatórias (+ 2,82%, de 71 para 73). Só as ações de rito sumário diminuíram. Eram 3.065 em janeiro e passaram a 2.809 em fevereiro, uma redução de 8,35%.

Fonte: CRECI-SP



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