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Aquecimento da demanda influenciou inflação no primeiro trimestre, diz diretor do BC 04/05/2010

Brasília – A alta da inflação no primeiro trimestre do ano não está relacionada apenas à variação dos preços dos alimentos, afirmou hoje (4) o diretor de Política Monetária do Banco Central (BC), Aldo Luiz Mendes. Segundo ele, dados do BC mostram que o aumento de demanda provocado pela recuperação da economia pressionou a inflação entre janeiro e março.

De acordo com o diretor, mesmo quando os alimentos são excluídos do cálculo da inflação, os índices continuam a apontar trajetória de alta nos primeiros meses de 2010. “Tanto se separarmos os preços livres e os preços monitorados ou os bens comercializáveis e não comercializáveis [como serviços], os gráficos mostram que o índice aumentou, o que indica inflação de demanda”, afirmou.

Em seminário sobre juros e câmbio, o diretor evitou relacionar o aumento da inflação no primeiro trimestre com a recente elevação da taxa básica de juros (Selic) de 8,75% para 9,5% ao ano. Ele, no entanto, afirmou que uma análise histórica do relatório Focus – pesquisa semanal com analistas financeiros divulgada pelo Banco Central – mostra que as instituições financeiras costumam subestimar as expectativas de inflação em momentos de alta nos índices de preços.

“As expectativas subavaliam a inflação que está por vir. Isso ocorreu no início de 2008, quando a inflação estava subindo por causa dos alimentos e os analistas erraram as previsões para baixo. Eles erram mais para menos do que para mais”, declarou.

Mendes também comentou a deterioração das contas externas brasileiras, que devem fechar o ano com rombo de 2,5% do Produto Interno Bruto (PIB), segundo as próprias projeções do Banco Central. Apesar de ter reconhecido que o déficit nas contas externas será expressivo, ele disse que o rombo será coberto com os investimentos estrangeiros diretos, que devem chegar a US$ 45 bilhões em 2010, e com o superávit de pelo menos US$ 10 bilhões na balança comercial.

“O rombo nas contas externas deve chegar a US$ 50 bilhões neste ano. Esse valor pode ser compensado pelos investimentos externos diretos e pela balança comercial”, ressaltou. Ele também destacou que o Brasil tem reservas internacionais recordes, em torno de US$ 247 bilhões. “Desde 2006, o país tem reservas internacionais suficientes para cobrir a dívida externa”, acrescentou. (Agência Brasil - Wellton Máximo)



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