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Selic deve subir para 11% ao ano na reunião do Copom esta semana, estimam analistas 19/07/2010

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) deve elevar a taxa básica de juros, a Selic, dos atuais 10,25% ao ano para 11% ao ano, na reunião marcada para amanhã (20) e a próxima quarta-feira. A expectativa de analistas do mercado financeiro está no boletim Focus, divulgado às segundas-feiras pelo BC.

Essa perspectiva de aumento dos juros básicos em 0,75 ponto percentual na reunião deste mês permanece há dez semanas. Para o final de 2010, os analistas esperam que a Selic fique em 12% ao ano, a mesma estimativa do boletim Focus da semana passada. Para o final de 2011, os analistas projetam a Selic em 11,75% ao ano, a mesma estimativa há cinco semanas.

O Copom eleva a Selic para controlar a inflação, em situação de economia muito aquecida. Cabe ao BC perseguir a meta de inflação de 4,5% para este ano e 2011. Essa meta tem limite inferior de 2,5% e superior de 6,5%. O Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) foi o escolhido para acompanhar a inflação no país. Na avaliação dos analistas, esse índice deve ficar acima do centro da meta de inflação neste ano, em 5,42%, contra os 5,45% previstos no boletim anterior. Em 2011, a expectativa para o IPCA é de 4,80%, a mesma projeção há 14 semanas.

O boletim Focus também traz projeção para o Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (IPC-Fipe), que neste ano deve ficar em 5,12%, contra os 5,15% previstos anteriormente. Para 2011, a projeção permanece em 4,5% há 26 semanas.

A estimativa para o Índice Geral de Preços – Disponibilidade Interna (IGP-DI) caiu de 8,68% para 8,58%, neste ano, e permaneceu em 5%, em 2011.

A expectativa para o Índice Geral de Preços de Mercado (IGP-M) neste ano também caiu – de 8,89% para 8,79%. Para o próximo ano, subiu de 5,01% para 5,04%.

A expectativa dos analistas para os preços administrados caiu de 3,60% para 3,50%, em 2010, e de 4,78% para 4,76%, em 2011. Os preços administrados são aqueles cobrados por serviços monitorados, como combustíveis, energia elétrica, telefonia, medicamentos, água, educação, saneamento, transporte urbano coletivo, entre outros. As informações são da Agência Brasil - Kelly Oliveira.



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