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Cresce confiança das famílias sobre a economia do país, aponta Ipea 27/09/2010

A expectativa das famílias brasileiras sobre a situação econômica do país melhorou em setembro na comparação com agosto. Este mês, 59,95% das famílias consultadas disseram que esperam melhores momentos para a economia nacional nos próximos 12 meses. Em agosto, o percentual era de 58,03%.

Os dados fazem parte do último relatório do Índice de Expectativas das Famílias (IEF), divulgado hoje (27) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), na capital paulista. A pesquisa consultou 3.810 chefes de família em 214 municípios de todas as regiões do país.

A expectativa das famílias sobre a economia é um dos itens que compõem o IEF. Além dele, a situação financeira passada, as perspectivas de consumo, de trabalho e de endividamento fazem parte da composição do índice mensal.

Em setembro, o IEF manteve-se estável em relação a agosto. O índice fechou o mês com 62,73 pontos numa escala de 0 a 100 pontos. Para o Ipea, a situação é de otimismo.

“A situação é equivalente à do mês anterior. O que houve foi uma mudança nas expectativas nas regiões do país”, disse o presidente do Ipea, Marcio Pochmann, destacando melhoras nas regiões Sul e Sudeste, e quedas no otimismo no Centro-Oeste, Nordeste e Norte.

Nessas três regiões, porém, é onde as famílias mais acreditam que a sua situação econômica melhorou na comparação com setembro de 2009. No Norte, por exemplo, 81,33% responderam que a situação melhorou, enquanto a média do país é de 74%.

“Lembrando sempre que em setembro de 2009 estávamos em um período de recuperação de uma crise econômica”, ressaltou Pochmann.

Segundo o estudo do Ipea, 53,81% das famílias acreditam que o atual momento é ideal para a compra de bens duráveis, como geladeira e televisão. Já 73% dos chefes de famílias acreditam estar seguros nos seus atuais empregos.

De acordo com o relatório, 52,6% das famílias disseram estar endividadas. Dessas, 36,19% disseram que não terão condições de pagar as dívidas.

“O nível de endividamento é normal”, disse Pochmann. “O dado mais preocupante é o número de pessoas que dizem não ter condições de arcar com suas dívidas.” (Vinícius Konchinski, da Agência Brasil)



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