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Clima econômico no Brasil piora entre julho e outubro, segundo a FGV 18/11/2010

 

O Índice de Clima Econômico do Brasil reduziu-se de 7,3 para 6,8 pontos entre julho e outubro deste ano, segundo pesquisa divulgada hoje (18) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). É a menor pontuação desde julho de 2009, quando havia atingido 5,5 pontos. O índice atribui notas de 1 a 9 à economia dos países, com base nas opiniões de especialistas sobre a situação atual e sobre a expectativa para os próximos seis meses.

O Índice da Situação Atual no país caiu de 8,4 para 7,9 pontos entre julho e outubro deste ano. Já o Índice de Expectativas, há quatro trimestres em queda, passou de 6,1 para 5,7 no mesmo período. Mesmo com esse quadro, a FGV considera que o Brasil se mantém na fase de boom (quando os dois subíndices estão acima de 5,0 pontos).

O resultado brasileiro manteve a tendência dos índices de Clima Econômico da América Latina, que caiu de 6,0 para 5,8 pontos, e mundial, que diminuiu de 5,7 para 5,5 pontos.

Entre os 11 países da América Latina pesquisados, o Brasil tem o quarto melhor Índice de Clima Econômico, ficando atrás do Chile (7,5 pontos), Peru (7,1) e Uruguai (7,0) e empatando com a Colômbia. O país fica à frente do Paraguai (6,5), da Argentina (5,9), Bolívia (5,6), do Equador (5,2), do México (5,2) e da Venezuela (2,5).

Entre o Bric (Brasil, Rússia, China e Índia), o país fica atrás da Índia (7,9 pontos), mas à frente da Rússia (5,7) e da China (5,0). O Brasil também fica à frente de países desenvolvidos como a Alemanha (6,7), os Estados Unidos (4,9), o Reino Unido (4,9), a França (4,3) e o Japão (3,2), além da União Europeia (5,3).

O estudo, coordenado internacionalmente pelo instituto alemão Ifo, divide em quatro as fases econômicas de cada país. Além do boom, há as seguintes fases: recessão (quando os dois subíndices estão abaixo de 5,0 pontos), piora (quando o subíndice sobre a situação atual está acima de 5,0 e o de expectativas fica abaixo) e recuperação (quando as expectativas são maiores que 5,0 e a situação atual situa-se abaixo). (Vitor Abdala, da Agência Brasil)



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