Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Ajuste fiscal permitirá ao país ampliar investimentos para 24% do PIB, diz Mantega 14/01/2011

O ajuste fiscal permitirá ao país ampliar, até 2014, os investimentos de 19% para 24,1% do Produto Interno Bruto (PIB). A estimativa foi divulgada hoje (14) pelo ministro da Fazenda, Guido Mantega, na primeira reunião ministerial conduzida pela presidenta Dilma Rousseff.

 

O esforço para elevar os investimentos, afirmou o ministro, será conduzido em conjunto pelo governo e pelo setor privado. Mantega, no entanto, não apresentou estimativas de investimentos públicos nos próximos anos. Disse apenas que os investimentos da União e das estatais encerraram 2010 com recorde estimado em R$ 122,2 bilhões, o que equivale a 5,1% do PIB.

 

Para que a inflação nem os juros surpreendam neste ano, o ministro voltou a afirmar que o governo intensificará o esforço fiscal, reduzindo consideravelmente os gastos com custeio (manutenção da máquina pública). Mantega mostrou preocupação com projetos em tramitação no Congresso que podem trazer impacto fiscal, como o reajuste dos servidores do Judiciário e a regulamentação da Emenda 29, que destina recursos à saúde.

 

Durante a apresentação, o ministro afirmou que, depois da crise de 2008 e da expansão acelerada no ano passado, o país passará por um ciclo de crescimento sustentável. De acordo com Mantega, a expansão ocorrerá sem desequilíbrios macroeconômicos, com inflação sob controle, com redução da dívida pública e aumento das reservas internacionais.

 

Na apresentação, o ministro não detalhou valores de cortes no Orçamento. De acordo com ele, a redução das despesas de custeio é essencial para abrir espaços para a ampliação dos investimentos e criar condições para a redução de juros e de impostos. Nesse cenário, destacou Mantega, o ajuste fiscal poderá ocorrer sem recessão, desemprego nem redução de obras públicas.

 

O ministro ressaltou que o preço do sucesso do Brasil é a valorização cambial. Ele, no entanto, destacou que o processo também ocorre em outros países, cujas moedas estão ficando cada vez mais fortes em relação ao dólar. Ano passado, o real se valorizou 5,01%, menos que outras moedas como o iene japonês, que se valorizou 14,68%, e o dólar australiano, que subiu 13,95%. (Wellton Máximo, da Agência Brasil)



Últimas

2021/01/15 » MPT abre inquéritos para avaliar danos sociais do fechamento da Ford
2021/01/15 » BNDES financia segunda usina termelétrica no Porto do Açu
2021/01/15 » IBGE: indústria cresce em dez dos 15 locais pesquisados em novembro
2021/01/14 » Balança comercial do agronegócio soma US$ 100,81 bilhões em 2020
2021/01/14 » Conab estima colheita de 264,8 milhões de toneladas de grãos
2021/01/14 » IBGE: safra de 2021 deve superar recorde de 2020
2021/01/14 » Veja o que pode e o que não pode no Enem 2020
2021/01/13 » BNDES define consórcio que apoiará programa de aceleração de startups
2021/01/13 » Inflação da construção civil atinge 10,16% em 2020
2021/01/13 » Inflação para famílias com menor renda fecha 2020 com alta de 5,45%
2021/01/13 » Inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, diz IBGE
2021/01/12 » Ministério pede avanço de reformas para manter fábricas no país
2021/01/12 » Preço da cesta básica aumentou em todas as capitais em 2020
2021/01/12 » Plataforma promove compartilhamento de materiais na economia
2021/01/11 » Como entrar em 2021 com as contas no azul
2021/01/11 » Digitalização de serviços públicos gera economia de R$ 2 bi por ano
2021/01/11 » Banco do Brasil renegocia R$ 40 milhões em dívidas por WhatsApp
2021/01/11 » Vendas de veículos caem 26,2% em 2020, diz Anfavea
2021/01/11 » Enem terá regras para evitar contágio pelo novo coronavírus
2021/01/08 » ANP: 17ª Rodada de Licitações oferece 92 blocos em bacias marítimas

Ver mais »