Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Firjan considera excepcional resultado do PIB, mas pede reformas para reduzir impostos 03/03/2011

Embora a base de comparação tenha sido deprimida devido aos efeitos da crise financeira internacional de 2008 em 2009, o crescimento de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) no ano passado foi considerado um resultado “excepcional” pelo economista da Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), Gabriel Pinto. Esse é o maior PIB do Brasil desde 1986, quando a economia também cresceu 7,5%.

Os números relativos ao PIB, divulgados hoje (3) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que a indústria foi o setor que mais evoluiu no ano passado. O PIB industrial aumentou 10,1%, puxado pela indústria extrativa mineral (+15,7%).

Segundo o especialista em desenvolvimento econômico da Firjan, o crescimento foi disseminado em diversas áreas da indústria, com destaque para a construção civil.

“O legal é que (o resultado do PIB nacional) não foi sustentado só no consumo das famílias, como vinha sendo. Foi um crescimento com muita força da formação bruta de capital fixo. Um crescimento de 22% na comparação interanual é bastante elevado. É um nível ótimo para que a gente continue formando a base para um crescimento sustentado de longo prazo”, disse Gabriel Pinto.

O economista afirmou que o crescimento de 7,5% traz reflexos positivos sobre o bem-estar social, entre os quais citou a menor taxa de desemprego da série histórica e o avanço da massa salarial, com efeitos sobre o consumo das famílias.

A parte negativa mostrada pelo PIB, segundo o economista, foi o crescimento de 12,5% dos impostos líquidos sobre os produtos. “Quase o dobro do resultado do PIB”. Para a Firjan, a expansão da carga tributária evidencia a necessidade urgente da reforma tributária. “A gente já está em um nível bastante elevado da carga tributária. E ela crescer mais do que o PIB retarda o crescimento brasileiro. Isso é complicado porque compromete o crescimento de longo prazo”.

O economista disse que, em 2011, a indústria de forma geral e, em particular, a indústria fluminense, “com certeza, vão manter o vigor”, demonstrado no ano passado. Ele avaliou que cronograma de investimentos no estado do Rio até 2016 cria um cenário prospectivo favorável para que a indústria continue mantendo o ritmo. (Alanda Gandra, da Agência Brasil)



Últimas

2021/04/14 » Mais de 620 mil micro e pequenas empresas foram abertas em 2020
2021/04/14 » Inflação acelera para todas as faixas de renda em março, diz Ipea
2021/04/14 » Taxa de empréstimo pessoal tem pequena alta em abril, aponta Procon-SP
2021/04/14 » Comércio varejista cresce 0,6% em fevereiro, diz IBGE
2021/04/13 » Calendário de restituições não muda com novo prazo do Imposto de Renda
2021/04/13 » Mercado financeiro eleva projeção da inflação para 4,85% este ano
2021/04/13 » Inflação para idosos acumula taxa de 6,2% em 12 meses
2021/04/12 » Cadastro de imóveis rurais será completamente digitalizado
2021/04/12 » Confaz aprova parte da regulamentação da nova Lei do Gás
2021/04/12 » CNI defende rápida regulamentação da Lei do Gás
2021/04/12 » Indicador econômico global mantém trajetória de recuperação, diz FGV
2021/04/09 » As principais mudanças do Marco Legal do Gás
2021/04/09 » Inflação foi de 0,93% em março, maior alta para o mês desde 2015
2021/04/09 » Mais de 70% das indústrias têm dificuldades em conseguir matéria-prima
2021/04/09 » Custo da construção sobe 1,45% em março, diz IBGE
2021/04/09 » Crédito imobiliário da Caixa bate recorde no primeiro trimestre
2021/04/09 » Um quarto das pequenas empresas fechou em fevereiro, revela pesquisa
2021/04/09 » BNDES lança nova modalidade de crédito para a área rural
2021/04/09 » Dieese: custo da cesta básica cai em 12 capitais em março
2021/04/09 » Trabalhadores autônomos foram mais prejudicados por pandemia em 2020

Ver mais »