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Empresários do Brasil e dos Estados Unidos querem retomar discussão sobre livre comércio 17/03/2011

Empresários brasileiros e norte-americanos querem aproveitar a visita do presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, ao Brasil para retomar a discussão sobre o tratado de livre comércio entre os países. Cerca de dez anos depois de a proposta de criação da Área de Livre Comércio das Américas (Alca) ter fracassado, eles acreditam que o momento é propício para que a liberalização das transações comerciais entre os dois países volte à pauta de negociações.

Segundo representantes de câmaras de comércio Brasil-Estados Unidos (EUA) reunidos hoje (17) em São Paulo, a visita de Obama deve formalizar a retomada dessas discussões. Em entrevista coletiva concedida na sede da Câmara Americana de Comércio Brasil-Estados Unidos (Amcham), eles disseram que um Tratado de Cooperação Econômica e Comercial deve ser assinado por Obama e a presidenta Dilma Rousseff durante a passagem do presidente dos EUA por Brasília. O acordo pode evoluir para um tratado de livre comércio.

“Chegou o momento deste tema [livre comércio] voltar à pauta. Na época da discussão da Alca, vivíamos um momento diferente. O livre comércio deve voltar à agenda bilateral”, declarou o diretor do Conselho Empresarial Brasil-Estados Unidos, Diego Bonomo.

O presidente da Amcham, Gabriel Rico, disse acreditar que o Brasil tem muito a ganhar com a abertura de seu mercado para as empresas dos EUA. Ele citou países como o Chile e Peru, que fecharam acordos deste tipo e apresentaram desenvolvimento econômico e social.

De acordo com Rico, o Brasil passaria a ter acesso a vários produtos de alta tecnologia a um custo mais baixo. Já os produtos agrícolas produzidos aqui, assim como os energéticos, seriam exportados para os Estados Unidos sem impostos.

Bonomo acrescentou, porém, que esta é uma discussão de médio prazo. A Rodada Doha, que prevê a criação de novas regras para o comércio global, é uma pauta mais urgente para Brasil e Estados Unidos, segundo ele.

Ele disse ainda que a discussão de Doha também pode evoluir para a aproximação do comércio entre os dois países. “A harmonização da Rodada Doha pode ser complementada pelo livre comércio, mas isso em um médio prazo”. (Vinicius Konchinski, da Agência Brasil)



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