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Japão admite que reação a terremoto e tsunami foi lenta 18/03/2011

O governo do Japão admitiu nesta sexta-feira (18) que poderia ter reagido mais rapidamente ao terremoto e ao tsunami que atingiram o país há uma semana e desencadearam uma crise nuclear ao danificar a Usina de Fukushima Daiichi, no Leste do país.

O porta-voz do governo, Yukio Edano, disse em uma entrevista coletiva que os planos de contingência não conseguiram antecipar a escala do desastre.

Hoje, o primeiro-ministro japonês, Naoto Kan, se reuniu em Tóquio com o chefe da Agência Internacional de Energia Atômica da ONU (Aiea), o japonês Yukiya Amano, que manifestou preocupação com a falta de informações sobre o ocorrido em Fukushima.

Amano disse que a comunidade internacional quer "um maior volume de informações corretas mais rapidamente", acrescentando que algumas informações "específicas" divulgadas pelo Japão estavam "erradas".

"Eu prometo que nós divulgaremos o máximo de informações possível (sobre a usina) para a Aiea, assim como para a população do mundo", disse Kan a jornalistas, antes do encontro, segundo a Agência Kyodo.

Amano informou também que uma equipe da agência será deslocada "em alguns dias" para a área da usina, para monitorar os níveis de radiação no local.

Yukiya Amano disse a jornalistas em Tóquio que a agência está muito preocupada com a situação na Usina Nuclear de Fukushima Daiichi, mas que, apesar de grave, a situação na central atômica não piorou significativamente nas últimas 24 horas.

"Acreditamos que o acidente na usina nuclear de Fukushima é grave e um alto nível de radioatividade foi observado no portão da usina", disse Amano.

Na usina, as equipes continuam tentando restabelecer o fornecimento de energia e jogando água para resfriar os reatores superaquecidos.

Nesta sexta-feira o Japão elevou de quatro para cinco o nível do acidente na usina nuclear. em uma escala internacional de sete pontos que mede a gravidade de desastres atômicos.

A decisão da agência nuclear japonesa ocorreu devido ao dano causado ao núcleo dos reatores e ao vazamento contínuo de radiação, e classifica a situação como um "acidente com amplas consequências". (da Agência Brasil, com BBC Brasil)



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