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Quase todas as negociações salariais de metalúrgicos resultaram em ganho real 23/03/2011

Todas as 71 negociações salariais ocorridas em 2010 no setor metalúrgico em todo o país resultaram em reajustes salariais que recompuseram a inflação do período e, em 96% delas, alcançaram ganho real. Este foi o melhor resultado dos últimos dez anos, segundo o Departamento de Estatísticas e Estudos Sócioeconômicos (Dieese). De acordo com a pesquisa Sistema de Acompanhamento de Salários, divlgada hoje (23) em São bernardo do Campo, em 2009 o percentual de acordos que resultaram em reajustes acima da inflação foi de 90,1% e, em 2008, de 94,4%.

No estado de São Paulo, o resultado também foi favorável, com 100% das negociações assegurando ganho real entre 2008 e 2010. Nos setores da indústria, comércio e serviços, 96% das negociações conseguiram repor a inflação.

De acordo com Rafael Serrao, técnico do Dieese na Confederação Nacional dos Metalúrgicos (CNM) e da Federação dos Sindicatos Metalúrgicos da CUT São Paulo (FEM/CUT-SP), responsável pela pesquisa, o resultado se deve ao bom trabalho das centrais sindicais, aliado a um ambiente econômico favorável. “O que observamos é que a economia voltou a crescer no momento pós-crise [financeira internacional] e no ramo metalúrgico não foi diferente, a ação sindical se beneficiou disso e garantiu bons acordos para seus trabalhadores”.

Serrao disse que em 2011 esses resultados devem se repetir, apesar de haver elementos novos na conjuntura econômica do país, como o ajuste fiscal do governo. “Os empresários têm campo para continuar concedendo e negociando reajustes acima da inflação com os sindicatos”. Ele ressaltou que os indicadores da indústria demonstram que o momento continua favorável, com recuperação da produção e do faturamento, baseada no mercado interno aquecido.

O presidente da FEM/CUT-SP, Valmir Marques da Silva, disse que, para o próximo período, as centrais irão defender a elevação dos pisos salariais para construir os acordos em melhores proporções com o objetivo de inibir a rotatividade de mão de obra. “Esse é um problema que nós temos, principalmente nos setores eletroeletrônico e de autopeças”. Mesmo assim, ele destacou que as negociações foram muito positivas, mas 2011 reserva desafios porque a economia não está crescendo tanto quanto no ano anterior. (Flávia Albuquerque, da Agência Brasil)



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