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Mantega diz que novas medidas são para conter o consumo 08/04/2011

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, anunciou há pouco mais um aumento do Imposto Sobre Operações Financeiras (IOF) para conter o consumo e, consequentemente, aliviar pressões sobre a inflação. O aumento da alíquota, que passa a valer a partir de amanhã (8), é de 1,5 ponto percentual para operações de crédito de pessoa física. Com isso, o IOF para esse tipo de operação sobe para 3%. O aumento atingirá todas as formas de compras a prazo. Operações de crédito destinadas a empresas ou investimentos não serão atingidas pela medida.

Um dos motivos do aumento, segundo o ministro, foi a forte expansão do crédito de pessoas físicas, 20% no primeiro trimestre deste ano. “Nós queremos evitar que haja um aumento exagerado a da demanda de modo que isso venha a influenciar a inflação”. Para Mantega, um bom patamar de crescimento do mercado de crédito seria de 12% a 15%, o suficiente para economia se expandir a uma velocidade entre 4,5% e 5%.

O ministro destacou que o aumento do IOF, que deverá atingir um volume de crédito de R$ 700 bilhões por ano, está em sintonia com as outras medidas de restrição ao crédito adotadas pelo Banco Central. “Essa medida que nós estamos tomando é complementar. Só que ela é mais focada. Essa medida foca o crédito ao consumidor e não atinge o investidor”, afirmou.

Mantega disse que, quando a demanda cair, o governo poderá revogar esse aumento da alíquota. O ministro admitiu que a inflação deste ano deverá sair do centro da meta e chegar até 5,6% ao ano, conforme a previsão do BC. O centro da meta é 4,5%.

O ministro garantiu, no entanto, que a inflação no Brasil está sob controle. “Ela está mais controlada no Brasil do que em outros países. A volatilidade da inflação brasileira é menor”. Para ele, a velocidade do aumento dos preços deve se reduzir nos próximos dois meses.

De acordo com Mantega, a inflação se deve principalmente a conjuntura internacional e pressões sazonais. “Essa inflação, mesmo vindo de fora, uma parte dela, e sendo passageira, outra parte, a de alimentos, pode se propagar para o restante da economia”. (Daniel Mello, da Agência Brasil)



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