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Governo vai continuar tomando medidas contra inflação e queda do dólar, diz Mantega 08/04/2011

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, afirmou hoje (8) que o governo continuará tomando medidas para conter a alta da inflação e a queda do dólar. Na quarta-feira (6), ele anunciou aumento de impostos sobre empréstimos tomados no exterior para conter a desvalorização do real e, ontem (7), da tributação do crédito a pessoas físicas para segurar o aumento de preços. Segundo Mantega, novas ações podem ser anunciadas.

“O governo sempre está atento para tomar medidas necessárias para manter a economia no seu equilíbrio, seja no ponto de vista da inflação, seja no ponto de vista do câmbio”, afirmou Mantega, após participar de um seminário sobre o futuro da economia nacional, em São Paulo.

O ministro preferiu não adiantar quais serão as possíveis novas ações do governo. Afirmou, contudo, que elas vão depender do resultado das medidas já tomadas, que não têm efeito imediato. “Tomamos medidas que têm efeito no médio prazo”, afirmou o ministro, citando o aumento do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o crédito pessoal.

Em sua palestra no seminário, Mantega admitiu que a inflação e o câmbio são desafios do país. Ele ressaltou, no entanto, que a inflação no Brasil tem motivos sazonais, como o aumento dos alimentos, e também é causada por fatores externos, como a crise no Oriente Médio. “Tirando esses fatores sazonais ou essa inflação nos mercados internacionais, o Brasil está bem”, complementou.

Já quanto à queda do dólar, Mantega disse que isso é um dos “problemas bons” causados pelo crescimento do país. Ele afirmou que a solidez da economia atrai investidores, que aplicam no Brasil e derrubam o valor do dólar ante o real.

Mantega disse que os investimentos externos são bem-vindos, principalmente os de longo prazo. O que o governo quer, segundo ele, é conter a entrada de capitais especulativos. “É melhor o excesso de capitais do que a escassez”, afirmou. “O que não permitiremos é que se criem bolhas. Nem na bolsa, nem no setor financeiro, nem no setor imobiliário.” (Vinicius Konchinski, da Agência Brasil)



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