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Presidente da Alemanha sugere união de forças para conseguir reforma do Conselho de Segurança da ONU 05/05/2011

O presidente da Alemanha, Christian Wulff, elogiou hoje (5) os avanços obtidos pelo Brasil nos campos econômico, social e de defesa do meio ambiente. Indiretamente, Wulff referiu-se ao apelo da presidenta Dilma Rousseff para reforma do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU). Segundo Wulff, é necessário unir forças para estabelecer uma nova “ordem mundial”.

“O Brasil combina economia com combate à pobreza e ecologia, aspectos indispensáveis para uma nova ordem mundial”, disse Wulff, depois de almoço em sua homenagem, no Palácio do Itamaraty. Participaram também do evento ministros e parlamentares brasileiros e alemães.

De acordo com Wulff, o caminho para garantir mudanças na estrutura do Conselho de Segurança da ONU envolve a busca por um acordo entre o Brasil e o México, definindo de quem será a vaga permanente na América Latina, e entre a Alemanha e a Itália, no que se refere à Europa. A recomendação dele será válida, se as Nações Unidas optarem por aumentar de 15 para 25 o número de vagas no conselho.

De Brasília, o presidente alemão seguiu viagem para São Paulo.

No último dia 20, durante as comemorações do Dia do Diplomata no Itamaraty, Dilma disse que “não era capricho” querer a reforma do Conselho de Segurança. A atual estrutura do conselho segue o planejamento é do final da 2ª Guerra Mundial. Ocupam vagas permanentes no conselho os Estados Unidos, a Rússia, a China, a França e a Inglaterra.

Os assentos provisórios são ocupados pelo Brasil, pela Turquia, pela Bósnia-Herzegovina, pelo Gabão, pela Nigéria, pela Áustria, pelo Japão, pelo México, pelo Líbano e por Uganda. O período do mandato nos assentos rotativos é de dois anos.

Para as autoridades brasileiras, o ideal é aumentar o número de cadeiras de 15 – cinco permanentes e dez provisórias – para 25, entre as quais o Brasil se coloca como candidato a titular. O assunto já foi tema de conversas de Dilma com os presidentes dos Estados Unidos, Barack Obama, e da China, Hu Jintao. (Renata Giraldi e Yara Aquino, da Agência Brasil)



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