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Mantega não crê no rebaixamento da classificação de risco da dívida pública americana 20/07/2011

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, acredita que o presidente dos Estados Unidos, Barak Obama, vai conseguir aprovar, no Congresso daquele país, a elevação do teto do endividamento público e acabar com a tensão que tomou conta dos mercados mundiais diante da possibilidade de calote por parte da economia mais forte do planeta. “Eles vão acabar chegando em um entendimento. É inevitável que o Congresso acabe dando [a autorização para elevação dos gastos], senão eles vão engessar o governo e isso vai pegar mal, também, para o Congresso. Não vai haver rebaixamento [da classificação de risco da dívida] dos Estados Unidos, eu tenho certeza. Duvido que isso venha a acontecer”, disse o ministro.

O governo dos Estados Unidos tem até o dia 2 de agosto para conseguir aprovar, no Congresso, a ampliação do limite da dívida pública, que está em US$ 14,3 trilhões. Segundo Mantega, o embate entre republicanos e democratas sobre o assunto não terá reflexos no Brasil.

No entanto, na visão de Mantega, o otimismo não se estende à situação da economia da Europa, uma vez que alguns países encontram dificuldade para honrar compromissos. “Lá [na zona do euro], o buraco é um pouco mais embaixo, um pouco mais complicado. Eles [os países da União Europeia] vão continuar administrando essa situação até encontrar uma solução de fato para a Grécia e países adjacentes”, acrescentou.

Sobre o fluxo cambial brasileiro, o ministro da Fazenda disse que a entrada de quase US$ 9 bilhões na semana passada foi pontual. “Não está entrando todo esse dinheiro. Foi contido. Entrou num dia para ajustar uma norma que o Banco Central passou a exigir. Aí, os bancos tiveram que captar mais para poder se adequar a essa norma. O fluxo está contido, está regular, tanto é verdade que não há alterações na cotação do câmbio”. (da Agência Brasil, Luciene Cruz)



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