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Entidades representativas da indústria aprovam nova política e pedem continuidade das medidas 02/08/2011

O presidente da Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib), Paulo Godoy, considerou prudente a decisão do governo de desonerar por etapas a folha de pagamentos. Uma das medidas do Plano Brasil Maior, anunciado hoje (2), é a desoneração da folha de pagamento para os setores que empregam grande volume de mão de obra como os de confecção, calçados, móveis e programas de computadores.

“O importante, agora, é a constância. Estamos dando um passo importante. Precisamos, agora, analisar o impacto das medidas e avaliar o que isso irá produzir de resultado e caminhar para outras [medidas de estímulo]”, disse. Para Godoy, a próxima etapa é procurar uma evolução progressiva no sentido de proteger a indústria nacional, com mecanismos de proteção comercial, respeitando as regras internacionais, além de promover melhorias nas questões tributárias.

Ele disse reconhecer que o plano não resolve tudo como em um passe de mágica e que, por isso, é preciso esperar os resultados. “Acho a competição chinesa conjuntural, mas precisamos ter uma agenda permanente nas questões internas e estruturais do país. A infraestrutura se insere nisso”.

Para o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, as medidas anunciadas hoje devem ser encaradas apenas como o início da recuperação da indústria nacional. Ele elogiou a iniciativa do governo de começar o processo pela desoneração da folha de pagamentos. “Se fosse o final [medidas finais], [o plano] seria insuficiente. Espero que a gente não curta esse pacote seis meses. Está correto iniciar por esses setores porque são os mais sensíveis”, disse, em relação à desoneração da folha destinada aos setores de móveis, calçados, confecções e programas de computadores.

Skaf considera a modernização do Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) medida importante para coibir a entrada de produtos estrangeiros de baixa qualidade. “Há muito tempo já deveriam ter feito isso. Não se pode ter exigências para a indústria brasileira e não ter, pelo menos, as mesmas para produtos que vêm de outros países”.

Robson Andrade, presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), acredita, no entanto, que o Inmetro ainda não tem estrutura suficiente para dar conta da demanda que surgirá, ao passar a atuar de forma efetiva em aeroportos e portos para testar a qualidade dos produtos importados. “Seria interessante abrir essas atribuições para laboratórios privados”, sugeriu.

Ao fazer uma análise do cenário na economia mundial, principalmente nos Estados Unidos e na Europa, o presidente da Abdib, Paulo Godoy, lembrou que é preciso ir calibrando as medidas para manter um nível de competitividade e o Brasil se manter dentro de um padrão de desenvolvimento, afastando a possibilidade de perda do espaço conquistado pela indústria brasileira, especialmente na manufatura. (da Agência Brasil, Daniel Lima, Luciene Cruz, Yara Aquino e Pedro Peduzzi)



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