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Firjan elogia nova política para a indústria, mas pede retoques 03/08/2011

Para a Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), as medidas anunciadas ontem (2) pela presidenta Dilma Rousseff são “bem-vindas” e estão todas na direção correta. “Estão atacando vários problemas que a gente identifica”, disse à Agência Brasil a diretora de Desenvolvimento Econômico do Sistema Firjan, Luciana Sá.

“A gente acha que o aumento do financiamento é muito positivo, bem como a ênfase concedida à defesa comercial”, disse Luciana sobre a redução de tributos. Segundo ela, a tendência do Plano Brasil Melhor é aumentar a competitividade das exportações brasileiras.

A diretora da Firjan destacou outras áreas em que as medidas anunciadas são positivas. Uma delas é a da inovação. No setor de compras governamentais, destacou que um antigo pleito da federação foi atendido, que era a regulamentação, dando margem de preferência para produtos nacionais. Aplaudiu também a prorrogação de estímulos de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) em setores importantes, como caminhões, bens de capital e materiais de construção.

Luciana enfatizou, porém, que faltam detalhes para complementar o plano. “A gente esperava, na área de exportação, medidas maiores de desburocratização”. A Firjan sugeriu o aumento do limite de enquadramento do Simples. “Seria importante que a gente tivesse essa correção. Há mais de cinco anos que o limite de enquadramento não é corrigido, o que faz com que muitas empresas deixem de crescer para evitar sair do sistema”.

No campo da inovação, ela defendeu que a nova política deveria contemplar a possibilidade de ampliação do número de empresas que possam se beneficiar dos incentivos da Lei do Bem, “porque ela só permite que empresas que pagam Imposto de Renda (IR) pelo lucro real se candidatem aos benefícios. Isso limita muito. Apenas 4% das empresas brasileiras declaram IR pelo lucro real. Ou seja, você não tem uma lei que atinja um grande número de empresas”.

Luciana disse que resta esperar pela execução do novo plano e reclamou da falta de medidas estruturais. “Porque não se tocou em um importante gargalo à competitividade, que é a questão da infraestrutura no país, que é muito precária, com más condições de estradas e portos”. (da Agência Brasil, Alana Gandra)



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