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Estoques elevados e baixa demanda indicam desaceleração na atividade da indústria, diz CNI 23/08/2011

A atividade industrial brasileira continua em desaceleração, com aumento acima do esperado dos estoques no mês de julho, segundo o boletim Sondagem Industrial, divulgado hoje (23) pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). Os estoques do parque industrial ficaram em 53,9 pontos em julho, registrando média de 53,4 pontos nos sete primeiros meses deste ano.

A utilização da capacidade instalada (UCI) ficou em julho na média de 75%, registrando 45,2 pontos, sendo o oitavo mês consecutivo de recuo no uso das instalações industriais no país. Em consequência da redução na produção, a CNI estima que os estoques acumulados em julho tiveram crescimento elevado e, como é preciso escoar a produção, a tendência é que a indústria não cresça nos próximos meses.

Para o economista Marcelo de Ávila, da CNI, outra agravante é “o cenário desfavorável para as vendas, pois tanto o mercado externo quanto o interno estão desaquecidos, os juros e a inflação estão em alta e há escassez de crédito". A atividade da indústria em junho ficou em 50,4 pontos, segundo a pesquisa, por isso o crescimento para 53,9 pontos em julho foi considerado elevado.

As pequenas indústrias registram queda na produção, as médias mostraram estabilidade e as grandes apresentaram crescimento. Dos 26 setores da indústria de transformação, 22 operam com atividade abaixo do normal, indica o boletim. O emprego no setor está estável, com 50,1 pontos, de acordo com a sondagem.

Segundo a CNI, os empresários ainda estão confiantes na demanda no mercado interno, na manutenção do número de empregados e na compra de matérias-primas nos próximos seis meses. Em junho, a expectativa sobre a demanda era 61,9 pontos, tendo caído em julho para 61,3 pontos.

O indicador de compra de matérias-primas caiu de 58,2 pontos, em junho, para 57,6 pontos em julho. O índice sobre a demanda de vendas para o exterior registrou 49,1 pontos em julho, abaixo dos 50 pontos, na contagem de 0 a 100, o que para a CNI indica pessimismo.

A pesquisa foi feita entre 1º a 16 de agosto. Foram consultadas 1.892 empresas (988 pequenas, 638 médias e 266 de grande porte). (da Agência Brasil, Lourenço Canuto)



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