Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Setor siderúrgico defende ampliação da defesa comercial brasileira contra importações indiretas de aço 31/08/2011

O presidente executivo do Instituto Aço Brasil (IABr), Marco Polo de Mello Lopes, disse ontem (30), no Rio de Janeiro, que o setor siderúrgico vem perdendo competitividade por não conseguir acompanhar os preços dos produtos importados, que entram em maior número no mercado nacional, com a valorização do real. A queixa se dirige não só à situação do aço bruto, mas também à do aço contido em mercadorias de maior valor agregado, como veículos.

Segundo ele, esse cenário tende a se agravar considerando-se a existência de um excedente de capacidade de produção de aço no mundo, projetada, este ano, em 532 milhões de toneladas. “A base da cadeia está sendo atacada”, disse.

Para reverter essa situação, o IABr levou aos ministros Antonio Patriota, das Relações Exteriores, e Fernando Pimentel, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, pedido para que seja nivelado o Imposto sobre Circulação de Mercadorias (ICMS) na importação, na faixa de 2% a 3%, o que eliminaria a guerra fiscal entre os estados. “Isso é vital para o setor, porque continua entrando material”.

Outra preocupação levada aos ministros diz respeito ao Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro). A indústria siderúrgica defende que o Inmetro possa efetuar “com liberdade” a verificação de conformidade dos produtos que entram no Brasil, visando a checar a qualidade e a segurança desses bens. Para Lopes, o setor siderúrgico deveria ter, nesse quesito, um tratamento diferenciado, em caráter emergencial.

Segundo o presidente do IABr, isso significaria ter “um grau de defesa comercial mais consistente para o setor do aço brasileiro”.

Estudo da Fundação Getulio Vargas, entregue aos ministros pela entidade, revela que, em razão da valorização cambial de 30%, a proteção tarifária de 12% a 14%, definida para o aço, cai para - 20% a - 22%. O estudo evidencia, ainda, que, ao se combinar os efeitos da valorização do real com a desvalorização da moeda chinesa, a proteção tarifária atual do aço reduz-se a - 45%.

A expectativa de menor crescimento do mercado interno, em função do desaquecimento da economia como resultado das políticas monetárias restritivas, e a acirrada concorrência das importações, levaram o IABr a rever as projeções do setor para 2011. A entidade acredita que haverá redução na produção, “fruto da retração dos setores consumidores”.

A produção de aço bruto, por exemplo, deverá alcançar 36,3 milhões de toneladas, com expansão de 10,5%. Mas o aumento é aparente segundo Lopes já que o número representa redução de 0,8% em relação à previsão anterior de 39,4 milhões de toneladas. (da Agência Brasil, Alana Gandra)



Últimas

2020/12/02 » CNI: produtividade do trabalho na indústria cresce 8% no 3º trimestre
2020/12/02 » Balança comercial registra superávit de US$ 3,73 bi em novembro
2020/12/02 » CNA prevê aumento da produção do agronegócio no próximo ano
2020/12/02 » População desocupada atinge 13,76 milhões em outubro
2020/12/01 » Ipea: investimentos têm alta de 3,5% em setembro
2020/12/01 » Contas públicas registram saldo positivo após oito meses de déficit
2020/12/01 » Estimativa do mercado financeiro para a inflação sobe para 3,54%
2020/11/30 » ANP retoma a 17ª Rodada de Licitações
2020/11/30 » Corretoras poderão atuar com pagamentos de boletos a partir de janeiro
2020/11/30 » Confiança da indústria atinge maior valor em dez anos, diz FGV
2020/11/30 » Fiscalização do Procon-SP registra infração em 70% de lojas visitadas
2020/11/30 » Taxa de desemprego passa de 13,3% para 14,6% no terceiro trimestre
2020/11/30 » Inflação do aluguel sobe e acumula 24,52% em 12 meses
2020/11/27 » Volta de cobrança do IOF sobre crédito renderá cerca de R$ 2 bi
2020/11/27 » Indústrias do Mercosul e da UE pedem urgência para acordo comercial
2020/11/27 » Indústria paulista mantém expansão no ano apesar de queda em outubro
2020/11/26 » Expectativa de vida no Brasil sobe para 76,6 anos em 2019
2020/11/26 » Campos Neto: Pix vai gerar inclusão e reduzir custos para população
2020/11/26 » Vendas de máquinas e equipamentos têm alta de 16% em outubro
2020/11/25 » Anatel prevê leilão do 5G no final do primeiro semestre de 2021

Ver mais »