Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Mudanças estruturais na economia determinam a redução das taxas de juros no Brasil, avalia BC 26/01/2012

Brasília - O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) avalia que houve “mudanças estruturais significativas na economia brasileira”. A informação consta da ata da última reunião do comitê que decidiu, por unanimidade, no dia 18 deste mês, reduzir a taxa básica de juros, a Selic, em 0,5 ponto percentual para 10,5% ao ano. Foi o quarto corte seguido de 0,5 ponto percentual.

Segundo o Copom, essas mudanças “determinaram recuo nas taxas de juros em geral, e, em particular, na taxa neutra [juro real que permite o crescimento, sem pressões nos preços]”. “Apoiam essa visão, entre outros fatores, a redução dos prêmios de risco, consequência direta do cumprimento da meta de inflação pelo oitavo ano consecutivo, da estabilidade macroeconômica e de avanços institucionais.”

Além disso, acrescenta o Copom, “o processo de redução dos juros foi favorecido por mudanças na estrutura dos mercados financeiros e de capitais, pelo aprofundamento do mercado de crédito bem como pela geração de superávits primários [economia para o pagamento de juros da dívida pública] consistentes com a manutenção de tendência decrescente para a relação entre dívida pública e PIB [Produto Interno Bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos no país]”.

Para o Comitê, “todas essas transformações caracterizam-se por um elevado grau de perenidade – embora, em virtude dos próprios ciclos econômicos, reversões pontuais e temporárias possam ocorrer”. O Copom considera ainda que as transformações “contribuem para que a economia brasileira hoje apresente sólidos indicadores de solvência e de liquidez”.

O Copom também avalia que têm contribuído para a redução das taxas de juros no país, o aumento da oferta de recursos externos e a redução no seu custo de captação.

Além disso, a desaceleração da economia brasileira no segundo semestre do ano passado maior do que se esperava e a postergação de uma solução definitiva para a crise financeira europeia também contribuem para a redução da Selic. “O Copom atribui elevada probabilidade à concretização de um cenário que contempla a taxa Selic se deslocando para patamares de um dígito”. (da Agência Brasil, Kelly Oliveira)



Últimas

2021/01/15 » MPT abre inquéritos para avaliar danos sociais do fechamento da Ford
2021/01/15 » BNDES financia segunda usina termelétrica no Porto do Açu
2021/01/15 » IBGE: indústria cresce em dez dos 15 locais pesquisados em novembro
2021/01/14 » Balança comercial do agronegócio soma US$ 100,81 bilhões em 2020
2021/01/14 » Conab estima colheita de 264,8 milhões de toneladas de grãos
2021/01/14 » IBGE: safra de 2021 deve superar recorde de 2020
2021/01/14 » Veja o que pode e o que não pode no Enem 2020
2021/01/13 » BNDES define consórcio que apoiará programa de aceleração de startups
2021/01/13 » Inflação da construção civil atinge 10,16% em 2020
2021/01/13 » Inflação para famílias com menor renda fecha 2020 com alta de 5,45%
2021/01/13 » Inflação oficial fecha 2020 em 4,52%, diz IBGE
2021/01/12 » Ministério pede avanço de reformas para manter fábricas no país
2021/01/12 » Preço da cesta básica aumentou em todas as capitais em 2020
2021/01/12 » Plataforma promove compartilhamento de materiais na economia
2021/01/11 » Como entrar em 2021 com as contas no azul
2021/01/11 » Digitalização de serviços públicos gera economia de R$ 2 bi por ano
2021/01/11 » Banco do Brasil renegocia R$ 40 milhões em dívidas por WhatsApp
2021/01/11 » Vendas de veículos caem 26,2% em 2020, diz Anfavea
2021/01/11 » Enem terá regras para evitar contágio pelo novo coronavírus
2021/01/08 » ANP: 17ª Rodada de Licitações oferece 92 blocos em bacias marítimas

Ver mais »