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Spread bancário é uma anomalia que tem de ser corrigida, diz Mantega 04/05/2012

São Paulo - O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje (4) que os spreads bancários (diferença entre os juros pagos na captação de recursos e nas operações de empréstimo) vão diminuir. “Tenho certeza de que os bancos privados vão baixar os spreads bancários que são muito altos no país e que é uma anomalia que tem de ser corrigida”. Mantega deu a declaração pouco antes de palestrar no seminário O Brasil 2020: Rumos da Economia, encontro promovido pela revista Brasileiros em São Paulo.

Segundo o ministro, os bancos privados terão de reduzir o custo aos tomadores de empréstimos sob pena de perderem clientes para os bancos públicos que vêm ampliando o acesso ao crédito com juros cada vez menores. Hoje o Banco do Brasil (BB) anunciou que o juro cobrado sobre o cheque especial caiu de 8,31% para 3,94% ao mês, a partir do próximo dia 10, para os clientes pessoas físicas com conta salário que aderirem ao programa Bom pra Todos.

"A concorrência é a melhor solução”, disse o ministro. Para ele, este tipo de medida do BB cria uma forte concorrência à semelhança do que ocorreu logo após a crise financeira internacional de 2008, quando os bancos restringiram o acesso ao crédito e acabaram voltando atrás diante da liberação de linhas no setor público. Ele classificou ser uma “barbaridade” casos em que um empréstimo chega a custar até 80% ao ano ou de correntista que pagam 200% ao ano pela utilização do dinheiro oferecido no cheque especial.

“A Selic a 2% ao ano deveria ser o sonho de todos os brasileiros”, defendeu Mantega para quem as mudanças anunciadas ontem (3) para a remuneração das cadernetas de poupança irá destravar a redução dos juros.

De acordo com o ministro com crédito facilitado e juros menores, o mercado interno irá se fortalecer e criar as condições para um crescimento sustentado da economia. Mantega manteve a previsão de que o país vai crescer 4,5% neste ano. De acordo com ele, o impacto positivo das medidas de incentivos para a área produtiva sobre a economia deve ser sentido em breve. (da Agência Brasil, Marli Moreira)



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