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Participação de produtos importados no mercado industrial bate recorde, indica CNI 17/05/2012

Brasília - A participação dos produtos importados no mercado brasileiro de bens industriais bateu recorde, segundo o estudo Coeficientes de Abertura Comercial, divulgado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) hoje (17).

 

O chamado coeficiente de penetração de importações atingiu 22,2% no acumulado de 12 meses encerrados em março. É o maior valor da série iniciada em 1996. Esse coeficiente corresponde à participação dos produtos importados no consumo doméstico de bens industriais, tanto o final quanto o de insumos para a produção.

 

Segundo a CNI, esse coeficiente ficou 0,3 ponto percentual acima do recorde anterior, 21,9%, registrado final de 2011. O estudo, feito em parceria com a Fundação Centro de Estudos do Comércio Exterior (Funcex), mostra ainda que, com exceção do ano de 2009, o índice de participação de produtos importados no mercado brasileiro tem subido desde 2003 e acumula crescimento superior a 10 pontos percentuais.

 

Na indústria de transformação, a participação de insumos importados na produção dobrou em uma década, e também atingiu valor recorde, ao passar de 10,5%, em 2002, para 21,1%, no acumulado de 12 meses até março deste ano.

 

O economista da CNI Marcelo Azevedo destacou que as novas medidas do Plano Brasil Maior, a redução da taxa de juros e a valorização cambial demoram para surtir efeito prático e, por isso, a participação dos importados continua crescendo. “Essas mudanças demoram a aparecer nos preços e na percepção dos consumidores na hora da compra”, disse, em nota divulgada pela CNI.

 

O estudo também mostra o coeficiente de participação das exportações, que é o valor da exportação de bens industriais dividido pelo da produção industrial. Esse coeficiente – que é uma medida da importância das exportações para as empresas – atingiu 18,1% no acumulado de 12 meses encerrados em março. Mesmo com aumento de 0,2 ponto percentual ante o registrado em 2011, o índice está abaixo do teto histórico, 20,4%, registrado em 2006. (da Agência Brasil, Kelly Oliveira)



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