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Com oitava queda seguida, Bovespa perde 4,79% no ano 18/05/2012

Brasília – A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) amargou a oitava queda seguida no pregão de ontem (17) e encerrou o dia com prejuízo de 3,31%, aos 54.038 pontos – o menor nível desde 20 de outubro do ano passado. Com isso, as perdas na semana somam 9,09%, elevando a queda no mês para 12,6%. No acumulado do ano, o mercado brasileiro de ações perde 4,79%.

Foi o pior desempenho diário da Bovespa nos últimos oito meses, decorrente da instabilidade econômica no cenário externo, em especial na zona do euro, que hoje foi agravada com o anúncio, da agência Fritch, de mais rebaixamento da Grécia e de bancos da Espanha no ranking de credibilidade dos investidores.

O anúncio fala, inclusive, da possibilidade de o país grego perder condições de permanência na zona do euro, composta por 17 países dos 27 membros da União Europeia. A notícia realimentou o pessimismo dos investidores e derrubou mais uma vez as bolsas de valores do Ocidente.

A informação de queda dos indicadores antecedentes da atividade econômica norte-americana, depois de sete meses em alta, embora tímida, também contribuiu para agravar ainda mais o mercado de ações. Tanto que a Bolsa de Valores de Nova York fechou com baixa de 1,24%.

O movimento da Bovespa foi de queda quase generalizada nas ações de todas as empresas, com exceção dos papéis da CCR Concessionária de Rodovias e da MRV Engenharia, que subiram 2,09% e 1,66% respectivamente.

Além das ações de construtoras, em queda nos últimos dias, o pregão de hoje foi marcado por desvalorizações também de empresas com mais peso no cômputo geral da Bovespa. As ações preferenciais da Petrobras e da Vale caíram 4,46% e 3,66%, enquanto as ações ordinárias do Banco do Brasil contabilizaram prejuízos de 4,90%, as do Bradesco caíram 4,38% e as da OGX Petróleo perderam 4,38%.

Em contrapartida, o mercado de câmbio deu sinais de vitalidade com o dólar norte-americano se valorizando mais 0,19% em relação ao real, e terminou o dia cotado a R$ 2,006 para venda – o valor mais alto desde 28 de maio de 2009. (da Agência Brasil, Stênio Ribeiro)



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