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Comunicado do Mercosul expressa interesse em parcerias com União Europeia e China 07/12/2012

Brasília – O Mercosul quer intensificar as parcerias com a União Europeia e a China, incrementando o comércio do bloco com as duas regiões e ampliando as oportunidades de exportações. A decisão de ampliar o relacionamento com os dois parceiros foi incluída em quatro itens dos 61 do documento final, divulgado hoje (7), denominado Comunicado Conjunto dos Presidentes dos Estados Partes do Mercosul.

O comunicado foi divulgado após reunião da Cúpula de Chefes de Estado do Mercosul, no Itamaraty. Os presidentes dos países do Mercosul ressaltaram a importância das relações entre o bloco e a China, os fluxos recíprocos de investimento para o desenvolvimento de suas trocas comerciais.

Em defesa das ações para o fortalecimento das relações entre o Mercosul e a China, os presidentes citaram a promoção de uma missão comercial conjunta a Xangai e de reunião de representantes governamentais, em novembro de 2012. A China está hoje entre os principais parceiros de todos os integrantes do Mercosul.

O documento final foi assinado pelos presidentes Dilma Rousseff, José Pepe Mujica (Uruguai), Evo Morales (Bolívia), Cristina Kirchner (Argentina), Rafael Correa (Equador), Donald Ramotar (Guiana) e Desi Bouterse (Suriname), além do ministro de Minas e Energia da Venezuela, Rafael Ramírez, da vice-presidenta do Peru, Marisol Cruz, e dos vice-chanceleres Alfonso Silva (Chile) e Monica Lanzetta (Colômbia).

Os chefes de Estado também defenderam um acordo de associação entre o Mercosul e a União Europeia, e se comprometeram a buscar um instrumento abrangente e equilibrado. O acordo, segundo eles, fortalecerá o comércio entre os dois blocos e impulsionará o crescimento e o emprego nas duas regiões.

De acordo com integrantes da União Europeia, há oportunidades de avançar e até definir um acordo de livre comércio. Porém, os negociadores brasileiros se queixam do excesso de obstáculos imposto pelos europeus a uma série de produtos brasileiros. Os entraves comerciais são as principais dificuldades para a retomada das negociações entre os dois blocos. (da Agência Brasil, Danilo Macedo e Renata Giraldi)



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