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Cesta de produtos mais consumidos em supermercado subiu 7,27% em 2012 30/01/2013

São Paulo – O aumento das vendas nos supermercados no ano de 2012 esteve diretamente ligado ao crescimento da renda e à manutenção do emprego. A avaliação foi feita pelo presidente da Associação Brasileira de Supermercados (Abras), Fernando Yamada. De acordo com o Índice Nacional de Vendas, divulgado hoje (30) pela entidade, as vendas cresceram 5,3% na comparação com o acumulado do ano anterior. Em dezembro, a alta foi 5,37%, contra o mesmo mês de 2011, e 28,71% na comparação com novembro de 2012.

Segundo a Abras, o preço da cesta com os 35 produtos mais consumidos subiu 7,27% no ano passado, passando de R$ 318,64, em dezembro de 2011, para R$ 341,80, em dezembro de 2012. Em relação a novembro de 2012, a alta foi 1,47%.

Os produtos com as maiores altas nos preços, em dezembro, foram farinha de mandioca (8,29%), frango congelado (8,08%), arroz (4,36%) e batata (3,47%). As principais quedas foram dos seguintes produtos: papel higiênico (1,14%), sal (0,69%), carne de dianteiro (0,59%) - cortes mais baratos de carne - e café torrado e moído (0,57%). No acumulado do ano, as maiores elevações ficaram com a batata (56%), cebola (49,03%) e arroz (40%). No caso de maiores quedas, foram carne traseiro (6,74%) - cortes mais nobres de carne - e açúcar (3,10%).

Em volume, as vendas encerraram 2012 com queda de 0,6% em relação ao ano anterior. Entre as categorias que mais cresceram estão bolo industrializado (20,6%), suco de fruta pronto para o consumo (15,3%), sabão e detergente para roupa (6,8%), água mineral (13%), chocolate (3,5 %) e iogurte (3,5%). Já o grupo dos produtos com queda no volume está açúcar (10,3%), cigarro (6,5%), papel higiênico (4,4%) e carnes congeladas (5,8%).

De acordo com Yamada, as perspectivas são alta de 3,5% nas vendas este ano. “Como a economia indica a manutenção da taxa de desemprego baixa e deve haver aumento dos ganhos reais, chegamos a esse número que ainda é conservador”. As projeções para o ano passado eram crescimento de 4%. (da Agência Brasil, Flávia Albuquerque)



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