Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Revisão da taxa de desmatamento da Amazônia divulgada hoje melhora resultado de 2012 05/06/2013

Brasília - A taxa de desmatamento da Amazônia caiu 84% em relação ao índice registrado em 2004, ano em que o governo lançou o primeiro programa de redução desse crime ambiental na região. Com o dado que foi anunciado hoje (5), Dia Mundial do Meio Ambiente, pela ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o Brasil se aproxima mais da meta voluntária que se comprometeu a cumprir até 2020.

O número é resultado de um ajuste nas contas sobre desmatamento na região divulgadas no ano passado, referentes ao período entre agosto de 2011 e julho de 2012. Anualmente, o governo apresenta os resultados do Programa de Cálculo do Desflorestamento da Amazônia (Prodes). A ministra explicou que pelo menos 10% da taxa divulgada é revisada ao longo dos meses seguintes.

O resultado do desmatamento apresentado em novembro do ano passado já foi o menor desde que a região começou a ser monitorada pelo governo, em 1988, e agora foi melhorado. “Este ano, com a correção do que anunciamos em novembro, percebemos que a taxa de desmatamento foi 4.571 quilômetros quadrados, entre 2011 e 2012. Ou seja, reduziu em 2% na margem de erro, e não ampliou”, comemorou.

O governo brasileiro tem como meta voluntária reduzir a expansão anual da área de desmatamento ilegal da Amazônia para 3,9 mil quilômetros quadrados em até sete anos. Com o balanço do ano passado, quando o governo comemorou a menor taxa de desmatamento registrada desde que o levantamento começou a ser feito, em 1988, ainda faltavam 4% para que a área ambiental alcançasse a meta, oito anos antes do prazo.

De acordo com as primeiras imagens registradas pelos satélites do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), entre agosto de 2011 e julho de 2012, a área desmatada havia passado de 6,4 mil quilômetros quadrados para 4,6 mil quilômetros quadrados no período.

“Agora, o Brasil já atingiu 76% da meta voluntária da redução de desmatamento e cerca de 62% da meta voluntária total de redução de emissões [de gases de efeito estufa]”, acrescentou Izabella Teixeira.

O Brasil vem sendo destacado por autoridades internacionais em diversas conferências por se aproximar do cumprimento de compromissos voluntários de redução de emissões dos gases de efeito estufa (GEEs). A queda da taxa de desmatamento na Amazônia é apontada como o fator principal responsável pela aproximação da meta.

Em meio ao otimismo que marcou a reunião do Fórum Brasileiro de Mudanças Climáticas, que ocorre hoje (5), no Palácio do Planalto, o secretário executivo do grupo, Luiz Pinguelli Rosa, alertou que, “a partir de agora, o Brasil enfrentará dificuldade crescente para manter a taxa de redução elevada”. Pinguelli Rosa, diretor do Instituto Alberto Luiz Coimbra de Pós-Graduação e Pesquisa de Engenharia, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (Coppe-UFRJ), destacou que será preciso ampliar os focos de ação para manter o ritmo de avanço que vem sendo registrado pelo país.

“É preciso monitorar outros biomas, além das florestas, como o Cerrado”, sugeriu. Pinguelli Rosa também destacou que o país tem a vantagem energética com relação à sustentabilidade, porque, pelo menos 45% da matriz brasileira é composta por fontes renováveis de energia, como as hidrelétricas.

“Mas temos alguns problemas. O etanol chegou a superar a gasolina no período de estímulo às vendas de carros flex, mas recuou. Temos uma forte entrada de [energia] eólica e hidrelétricas, mas as hidrelétricas ainda precisam ser complementadas por termelétricas [fonte que emite mais GEEs e produz energia mais cara]”, acrescentou.

Pinguelli Rosa defendeu maiores investimentos em tecnologia e inovação no país. Segundo ele, a prioridade para essas áreas e a desburocratização das relações entre empresas e universidades federais brasileiras podem evitar ameaças aos avanços que o país vem registrando na luta contra o desmatamento e pela redução da emissões de gases nocivos. (da Agência Brasil, Carolina Gonçalves e Danilo Macedo)



Últimas

2021/04/19 » O que é Ibovespa
2021/04/19 » Setor energético terá investimentos de R$ 3 tri até 2030, diz ministro
2021/04/19 » Banco Central altera norma para segunda fase do open banking
2021/04/16 » Serviços registram crescimento de 3,7% em fevereiro, diz IBGE
2021/04/16 » LDO de 2022 destravará gastos com obras em caso de atraso no Orçamento
2021/04/16 » Projeto da LDO prevê crescimento de 2,5% para o próximo ano
2021/04/16 » Governo propõe salário mínimo de R$ 1.147 em 2022, sem aumento real
2021/04/16 » Petrobras aumenta preços do diesel e da gasolina nas refinarias
2021/04/16 » IGP-10 acumula inflação de 31,74% em 12 meses, diz FGV
2021/04/15 » Abertura de empresas bate recorde em 2020, diz Serasa
2021/04/15 » Indicador Antecedente tem queda de 2,2% em março, revela FGV
2021/04/15 » Vendas nos supermercados têm alta de 5,18% em fevereiro
2021/04/15 » Economia abre consulta pública para debater nova Lei de Licitações
2021/04/15 » Impacto da pandemia é maior para trabalhadores jovens, diz Ipea
2021/04/15 » Confiança do empresário cai pelo quarto mês seguido, diz CNI
2021/04/14 » Mais de 620 mil micro e pequenas empresas foram abertas em 2020
2021/04/14 » Inflação acelera para todas as faixas de renda em março, diz Ipea
2021/04/14 » Taxa de empréstimo pessoal tem pequena alta em abril, aponta Procon-SP
2021/04/14 » Comércio varejista cresce 0,6% em fevereiro, diz IBGE
2021/04/13 » Calendário de restituições não muda com novo prazo do Imposto de Renda

Ver mais »