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Copom: Ritmo mais intenso de alta da Selic vai contribuir para reduzir inflação neste e no próximo ano 06/06/2013

Brasília – O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) entende ser apropriada a intensificação do ritmo de ajuste da taxa básica de juros, a Selic. A informação foi divulgada hoje (6) na ata da última reunião do comitê, nos dias 28 e 29 de maio, quando foi decidido intensificar o ritmo de alta da Selic.

Em abril, o Copom elevou a Selic em 0,25 ponto percentual. Já no mês passado, a elevação foi de 0,50 ponto percentual, levando a taxa básica a 8% ao ano.

A ação do Copom tem como objetivo conter o aumento da inflação no país. Na ata, o Copom considera que o nível elevado de inflação e a dispersão de aumentos de preços contribuem para que a inflação mostre resistência.

O Copom destaca que neste contexto, a dinâmica da inflação também é influenciada por mecanismos formais e informais de indexação e a piora na percepção dos agentes econômicos sobre a própria dinâmica dos preços. “Tendo em vista os danos que a persistência desse processo causaria à tomada de decisões sobre consumo e investimentos, faz-se necessário que, com a devida tempestividade, o mesmo seja revertido”, diz o Copom, acrescendo a necessidade de intensificar o ritmo de aumento da Selic.

A decisão do Copom, formado por diretores e presidente do BC, de elevar a Selic foi unânime. “O Comitê avalia que essa decisão contribuirá para colocar a inflação em declínio e assegurar que essa tendência persista no próximo ano”, acrescenta o Copom.

Mas, de acordo com o comitê, no curto prazo, a inflação em 12 meses ainda apresenta tendência de elevação e que o balanço de riscos para o cenário prospectivo se apresenta desfavorável.
 
O Copom reforçou que “em momentos como o atual, a política monetária deve se manter especialmente vigilante, de modo a minimizar riscos de que níveis elevados de inflação como o observado nos últimos 12 meses persistam no horizonte relevante para a política monetária [taxa Selic]”.

Cabe ao BC fazer com que a inflação fique na meta, que tem como centro 4,5%, com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos. Mas a inflação deve ficar acima do valor central da meta, neste ano. Em 12 meses encerrados em abril, a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), ficou em 6,49%. (da Agência Brasil, Kelly Oliveira)



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