Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Serviço é o setor que mais gerou postos de trabalho em outubro 27/11/2013

São Paulo – O setor de serviços foi o que mais gerou postos de trabalho no mês de outubro, segundo levantamento do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) e da Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Fundação Seade). A pesquisa, feita em seis regiões metropolitanas, mostrou que foram criados 56 mil novos postos de trabalho nesse setor de atividade.

Os outros setores analisados também colaboraram para a redução do desemprego total, que passou de 10,2% em setembro para 9,8% no mês de outubro. Em outubro do ano passado, essa taxa era de 10,4%. A indústria de transformação foi responsável pela criação de 21 mil postos, enquanto o comércio e reparação de veículos automotores e motocicletas gerou 15 mil postos de trabalho. O único setor a apresentar decréscimo foi a construção, que perdeu 11 mil postos de trabalho.

Quanto ao rendimento médio, que teve a sua última aferição no mês de setembro, houve crescimento de 0,6% entre o total de ocupados (assalariados com ou sem carteira assinada, autônomos e domésticos), sendo que o valor monetário ficou em R$ 1.609 no mês de setembro. Entre os assalariados, foi registrado decréscimo de 0,6%, passando ao valor de R$ 1.620 em setembro.

Na comparação entre as regiões, São Paulo foi a que teve o maior rendimento médio em setembro: R$ 1.785, uma alta de 1,4% sobre o mês anterior. Belo Horizonte registrou aumento de 0,9%, passando para R$ 1.766. Apresentaram relativa estabilidade Fortaleza, que teve alta de 0,1% e registrou R$ 1.111 e Porto Alegre, queda de 0,1%, ficando em R$ 1.724. Salvador registrou queda de 3% e os rendimentos ficaram em R$ 1.132, assim como Recife, que registrou decréscimo de 1,6% e salários de R$ 1.164.

O número de pessoas assalariadas em outubro cresceu 0,8%, mas aumentou o contingente de empregados sem carteira assinada (2,1%). A quantidade de empregados com carteira assinada pouco variou, subindo 0,3%. Tiveram certa estabilidade os autônomos (0,2%) e empregados domésticos (-0,1%). Demais formas de ocupação registraram redução de 1,3%. (da Agência Brasil, Fernanda Cruz)



Últimas

2020/09/21 » Turismo: metade das operadoras vende viagens para novembro e dezembro
2020/09/21 » Covid-19: maioria dos estados segue sem aulas presenciais
2020/09/21 » O que é o Sistema S?
2020/09/18 » Lei Geral de Proteção de Dados entra em vigor
2020/09/18 » Confiança do empresário do comércio tem alta recorde em setembro
2020/09/18 » IBGE: desemprego na pandemia atinge maior patamar em agosto
2020/09/18 » CNI apresenta propostas para retomada da economia
2020/09/18 » Abertura de empresas cresce, enquanto fechamento recua em 8 meses
2020/09/18 » Governo já desembolsou R$ 197 bilhões em auxílio emergencial
2020/09/17 » Entidades elogiam decisão do Copom de manter a Selic
2020/09/17 » Prefeitura de São Paulo adota home office permanente
2020/09/17 » PIB tem queda de 4% no trimestre encerrado em julho, aponta FGV
2020/09/16 » Petrobras quer vender mais ativos de exploração e produção
2020/09/16 » Saques no comércio com Pix começam no 2º trimestre de 2021
2020/09/16 » Concessionária da Malha Paulista e Norte-Sul antecipa outorgas
2020/09/15 » Confiança do empresário industrial cresce pelo quinto mês consecutivo
2020/09/15 » União pode quebrar se forem criados novos fundos, diz Guedes
2020/09/15 » Medidas de ajuste fiscal podem gerar economia de R$ 816 bi em dez anos
2020/09/14 » Governo federal qualifica rodovias e portos no PPI
2020/09/14 » Indicador de Atividade Econômica aponta crescimento de 2,8% em julho

Ver mais »