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Índice de Preços ao Produtor aumenta com menor intensidade 02/04/2014

O Índice de Preços ao Produtor (IPP) teve expansão moderada de janeiro para fevereiro deste ano e fecha o mês com alta média de 0,51% quando comparado a janeiro, retração de 0,92 ponto percentual em relação à taxa de 1,43% observada na comparação entre janeiro/14 e dezembro/13.

Dados divulgados ontem (01) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam que, com o resultado de fevereiro, a variação acumulada pelo IPP nos dois primeiros meses do ano ficou em 1,95%, enquanto a taxa dos últimos 12 meses (o índice anualizado) acumula alta de 8,24%.

O IPP mede a evolução dos preços de produtos de 23 setores da indústria de transformação na “porta da fábrica”, ou seja, na área em que ainda é livre a incidência de impostos e de fretes. A pesquisa do IBGE constatou que houve em fevereiro alta nos preços de 14 das 23 atividades pesquisadas, contra 19 do mês anterior.

Os dados indicam que as quatro maiores variações se deram entre os produtos das atividades de confecção de artigos do vestuário e acessórios (2,19%), papel e celulose (-1,87%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (1,77%) e calçados e artigos de couro (1,56%).

A variação de 1,95% relativa à taxa acumulada no ano (janeiro e fevereiro) é a segunda maior da série histórica para os meses de fevereiro, perdendo para o mesmo mês de 2010 quando a variação do bimestre ficou 2,74%.

O levantamento do IBGE indica, ainda, que as atividades que mais se sobressaíram em fevereiro deste ano, em termos de variações percentuais, foram metalurgia (5,15%), refino de petróleo e produtos de álcool (5,09%), móveis (4,40%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (4,26%).

A variação de 8,24% verificada na taxa anualizada de fevereiro (a taxa acumulada dos últimos doze meses) é o maior resultado da série. Neste caso, as quatro maiores variações de preços ocorreram em fumo (19,31%), calçados e artigos de couro (14,50%), outros equipamentos de transporte (12,80%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (11,12%). (da Agência Brasil, Nielmar de Oliveira)



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