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Mantega diz que foi contra a aquisição da segunda metade de Pasadena 14/05/2014

 

O ministro Guido Mantega fala na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle da Câmara sobre a aquisição da refinaria de Pasadena, no Texas (EUA), pela Petrobras (Antônio Cruz/Agência Brasil)

O ministro da Fazenda, Guido Mantega diz que foi contra a aquisição da segunda metade de Pasadena Antonio Cruz/Agencia Brasil

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, destacou durante audiência nas comissões de Fiscalização Financeira e Controle e de Finanças e Tributação da Câmara dos Deputados que foi contra a aquisição da segunda metade da Refinaria de Pasadena, nos Estados Unidos. “Na época da aquisição, eu não fazia parte do conselho e nem era ministro da Fazenda, mas tenho certeza de que houve um resumo executivo e houve um debate. Estava no conselho quando fizeram na segunda metade e fui contra a aquisição. O conselho não aprovou a segundo parte a partir dos resumos executivos”, disse.

Mantega, no entanto, lembrou, que na aquisição da primeira parte da refinaria, o conselho de administração da empresa era formado por executivos como os empresários Jorge Gerdau Johannpeter, Fábio Barbosa e o economista Cláudio Haddad, “sem falar das outras pessoas”.

“O mercado em 2006 era diferente de 2008. As demandas eram diferentes. A Petrobras com justa razão queria uma entrada no mercado americano com o petróleo sendo refinado nos Estados Unidos. Mas na ocasião não considerei conveniente [a compra da segunda metade]. Está nas atas. Fomos obrigados  [ a comprar] pelo tribunal de arbitragem.

Sobre a recomendação do ex- procurador-geral da Fazenda Nacional, Luís Adams sobre a operação de Pasadena, disse que determinou uma ressalva na ata, considerada normal pelo ministro. “Foi feita a verificação sobre a cláusula Marlim, com garantia mínima no caso em que fosse adaptada a refinaria para recever o petróleo brasileiro. Eu indagava se havia prejuízo para a empresa, mas a cláusula não entrou em vigor”.  Segundo reportagem da revista Veja, Adams admitiu, em 2008, a então secretária executiva da Casa Civil, Erenice Guerra, sobre as cláusulas que causaram prejuízos que ultrapassam R$ 1 bilhão à Petrobras na compra da Refinaria de Pasadena, no Texas (EUA).

O ministro, ao ser questionado sobre o reajuste da gasolina, evitou declarar qualquer decisão a ser tomada antes ou depois da Copa do Mundo. “O alinhamento de preços tem sido buscado com regularidade, mas com o câmbio se desvalorizando forte, fica difícil. Não falo em aumento de preço [para evitar especulações]. Aumento de preços se faz”.

Ele destacou que a gasolina tem reajustes de preço todos os anos no Brasil, para acompanhar o preço internacional. “Mas quando há uma desvalorização cambial é mais difícil. Simplesmente, não se ajusta o preço pela inflação brasileira e pronto. Chegamos a alinhar o preço com o mercado internacional, mas o problema foi que o  Federal Reserv (Fed) – Banco Central norte-americano - decidiu reduzir os estímulos à economia local ocasionando um  desequilíbrio do cambial, porque o mercado passou a entender que os recursos dos países emergentes migrariam para os Estados Unidos”.

Outro assunto levantado na audiência foi a situação do setor elétrico. O ministro destacou que não faltará energia elétrica. “ Falta água. O governo fez altos investimentos nos últimos anos e construímos um parque de térmicas e eólicas. Está em curso no Brasil a construção de grandes hidrelétricas que entrarão em funcionamento. Não há perigo de falta de energia. O problema são os custos e o governo federal criou um modelo para ajudar a arcar com os custos dos diversos segmentos.” Mas no ano quem vem, haverá uma redução nos preços porque os contratos vencem e teremos novos leilões. (da Agência Brasil, Daniel Lima)



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