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Queda da indústria foi concentrada em sete das 24 atividades 05/11/2014

Apesar do resultado negativo de 0,2% em setembro para a indústria em geral, divulgado ontem (4), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a queda se concentrou em sete das 24 atividades industriais e em uma das quatro categorias. Em 15 atividades, houve crescimento, e três não tiveram variação da produção.

Os produtos alimentícios contribuíram com o principal impacto negativo, com queda de 4,1% na comparação com agosto. A produção foi afetada pela estiagem, com um impacto negativo principalmente na produção de açúcar, que teve sua safra antecipada e reduzida pela falta de chuvas.

Os derivados de petróleo e biocombustíveis também apresentaram retração o que resultou no segundo impacto negativo mais relevante. Esse setor – junto com o de alimentos - pesou para que os produtos intermediários recuassem 1,6%, e categorias como as de consumo e de capitais, também sofressem impacto. Os produtos de metal, com -2,6%, e equipamentos de transporte, com -2,7%, também recuaram.

Para o gerente da Coordenação de Indústria do IBGE, André Macedo, a pesquisa apresentou dados próximos a estabilidade. "É claro que interrompe dois meses de avanço dessa produção que vinha, de alguma forma, tentando recuperar as quedas mais agudas no inicio do ano. Mas é um resultado mais próximo da estabilidade, porque, conjugado com um número maior de atividades com avanço na produção, nos faz ter um pouco de cautela no que se refere a entender que movimento o setor vai ter daqui para frente".

Com o resultado de setembro, a média móvel trimestral passou a ser positiva, de 0,4%, interrompendo a trajetória de queda iniciada em março. A queda de 0,2% não foi suficiente para anular as altas de 0,7% em julho e 0,6% em agosto. O setor, no entanto, vinha de uma queda de 3,3% entre março e junho, que já não tinha sido superada pelos 1,3% de crescimento nos últimos dois meses.

Historicamente, com um grande peso na indústria brasileira, a produção de veículos automotores tem sido decisiva para a alta dos últimos dois meses e para o resultado de setembro, já que acumulam 24,2% de crescimento no período. A expansão, no entanto, se dá sobre uma base depreciada e sequer recupera o que foi perdido entre março e junho, quando a retração chegou a 28%.

"Ainda é um crescimento que não zera as perdas do passado recente. É um setor que ainda apresenta estoques acima do nível normal, redução das exportações e demanda doméstica caminhando num ritmo mais lento", analisa Macedo. Ele acrescentou que, mesmo assim, "é uma melhora que se dá sobre algo que havia recuado de forma intensa, até porque o comportamento das empresas do setor é marcado por reduções da jornada de trabalho, redução de turno, dispensas e day-offs (folgas)". (da Agência Brasil, Vinícius Lisboa)



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