Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Custo médio de energia elétrica para indústria subiu 23% em 2014 10/12/2014

O custo médio de energia elétrica para a indústria brasileira, após o reajuste de 6,33% autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) para a Companhia Estadual de Distribuição de Energia Elétrica (CEEE) do Rio Grande do Sul, subiu, em 2014, de R$ 358,77 para R$ 360,72 por megawatt-hora (MWh).

Os dados foram divulgados ontem (9) pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan) e podem ser acessados na página Quanto Custa a Energia Elétrica para a Indústria do Brasil?. A elevação manteve o Brasil na oitava posição do ranking de 28 países com energia elétrica mais cara para indústria. A lista é liderada pela Índia e Itália, países onde a tarifa média industrial de energia elétrica alcança, respectivamente, R$ 596,96 e R$ 536,14 por MWh.

O gerente de Competitividade e Investimentos do Sistema Firjan, economista Cristiano Prado, informou à Agência Brasil que, desde o início deste ano, o aumento totalizou 23%. A evolução da tarifa atinge 37% desde janeiro de 2013, quando foi registrada redução de 20% no custo para indústria.

Em 2012, o custo médio era R$ 332 por MWh. Com a queda de 20% em janeiro de 2013, passou para R$ 263, subindo 11,5% ao longo do ano passado e atingindo R$ 293 em dezembro. Com o aumento de 23%, a tarifa média para a indústria alcançou R$ 360,72 o MWh.

“A preocupação é que estamos com uma tendência de crescimento do custo no Brasil. E energia é um insumo fundamental para indústria. Se o Brasil quer se tornar mais competitivo, vender mais produtos para o mundo e mais baratos para população, não poderá conviver com o aumento no preço da energia”, disse o economista.

"Somam-se à elevação um cenário de baixo crescimento econômico, inflação alta e reduzida atividade industrial", destacou. Segundo ele, subiram todos custos que  afetam a competitividade industrial. Para ilustrar, Cristiano Prado lembrou o aumento do Custo Unitário do Trabalho (CUT), divulgado no dia 8. “A gente sabe que os impostos também estão subindo. O país coloca o setor empresarial em situação delicada. Ele não tem mais como contribuir", avaliou Prado.

Com o aumento de 6,33%, o Rio Grande do Sul passou da 19ª para a 15ª posição no ranking estadual de custo médio industrial. Entretanto, as tarifas médias mais caras para indústria são encontradas no Pará (R$505,72), Tocantins  (R$ 441,83) e Maranhão (R$440,83). De acordo com o estudo da Firjan, a mais barata (R$150,05) foi registrada no Amapá. (da Agência Brasil, Alana Gandra)



Últimas

2020/01/24 » Déficit primário pode ser zerado até 2022, diz secretário
2020/01/24 » Arrecadação federal com impostos chega a R$ 1,537 trilhão em 2019
2020/01/24 » Confiança do empresário é a maior desde junho de 2010, diz CNI
2020/01/22 » CNC: intenção de consumo das famílias tem melhor janeiro desde 2015
2020/01/22 » Confiança da indústria cresce 1,1 ponto na prévia de janeiro
2020/01/22 » Brasil cria centro para indústria 4.0 no Fórum Econômico Mundial
2020/01/21 » Brasil passou para quarto destino de investimentos no mundo em 2019
2020/01/21 » Inflação dos aluguéis acumula taxa de 7,91% em 12 meses, diz FGV
2020/01/21 » Guedes conversa com ministros suíços e CEOs de empresas em Davos
2020/01/20 » Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,56%
2020/01/20 » Agência Brasil explica: quem pode ser um microempreendedor individual?
2020/01/17 » Varejo de SP espera crescimento de 5% em vendas de materiais escolares
2020/01/17 » Confiança do empresário do comércio tem melhor janeiro desde 2013
2020/01/17 » Dólar fecha acima de R$ 4,19, no maior valor desde início de dezembro
2020/01/17 » Atividade econômica cresce 0,18%, diz Banco Central
2020/01/16 » Dataprev é incluída no Programa Nacional de Desestatização
2020/01/16 » Ipea: alíquota de novo imposto proposto em PECs deve ficar em 27%
2020/01/16 » Inflação pelo Índice Geral de Preços–10 cai de 1,69% para 1,07%
2020/01/15 » Governo quer vender R$ 150 bi em participações em empresas em 2020
2020/01/15 » Novo reajuste do mínimo pode ter impacto de R$ 2,13 bi no Orçamento

Ver mais »