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Empresas de alto crescimento tiveram o dobro da receita líquida das demais 12/12/2014

As empresas de alto crescimento são responsáveis por 15% do valor adicionado bruto do país, entre as empresas com pelo menos dez assalariados. Foram R$ 252 bilhões como resultado final das atividades produtivas em 2012, do total de R$ 1,686 trilhão dos empreendimentos com mais de dez empregados. Quanto à receita líquida, o estudo indica que o grupo de alto crescimento representou 14,5% do total, chegando a 30% no setor de construção. As empresas de alto crescimento tiveram ainda receita líquida média 98,2% maior do que as outras.

Os dados foram apresentados hoje (12) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no estudo Estatística de Empreendedorismo 2012, com a análise do triênio 2010-2011-2012. Empresa de alto crescimento é aquela que tem a partir de dez pessoas assalariadas e apresenta crescimento de pelo menos 20% no pessoal em um período de três anos de avaliação. Já o conceito de valor adicionado bruto corresponde ao resultado final de uma atividade produtiva e é obtido pela diferença entre o valor gerado e o consumo intermediário da empresa ou setor avaliado.

Em média, as empresas de alto crescimento geraram 89,4% a mais de valor adicionado bruto, em comparação com as outras empresas de dez ou mais trabalhadores assalariados. Do total de 35.206 empresas de alto crescimento identificadas em 2012, apenas 781 (2,5%) mantiveram o crescimento acima de 20% nos três anos seguidos.

O IBGE destaca que, do total de pessoas assalariadas em empresas de alto crescimento, 33,5% são mulheres e 66,5% são homens. A maior diferença entre a proporção de homens e mulheres está no setor de construção, em que apenas 8,4% dos trabalhadores são do sexo feminino. As mulheres são maioria no setor de saúde e serviços sociais, em que elas representam 74,5%.

Do total de trabalhadores, 90,7% não têm ensino superior completo. O número de pessoas com graduação caiu de 11,1% em 2010 para 9,3% em 2012. Enquanto, no setor de educação, 52,8% dos trabalhadores têm ensino superior, a proporção cai a 4,2% na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura.

Cerca de metade das empresas de alto crescimento tinha entre dez e 49 empregados nos três anos analisados, passando de 50,9% em 2010 para 51,7% em 2012. Empresas com 250 ou mais pessoas assalariadas passaram de 9,8% em 2010 para 9,4% em 2012. Quanto à idade das empresas, 80,7% têm menos de 20 anos. A análise identificou, em 2012, 4.671 empresas gazelas (com menos de três anos) entre as de alto crescimento – um aumento de 24,4% em relação a 2010.

No período analisado, as empresas de alto crescimento reduziram a participação de 7,9% do total de empresas no Brasil em 2010 para 7,6% em 2012. Por setor econômico, a construção tinha 11,7% das empresas com alto crescimento, os serviços, 8,3%, a indústria, 8% e o setor de comércio tinha 6% das empresas com alto crescimento em 2012.

Por atividade econômica, 26,4% das empresas de alto crescimento são do ramo do comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas; 22,6% das indústrias de transformação e 12,5% da construção. As menores participações são dos ramos saúde humana e serviços sociais (2%), informação e comunicação (2,4%) e atividades profissionais, científicas e técnicas (3,9%).

Quanto ao pessoal ocupado assalariado nas empresas de alto crescimento, as indústrias de transformação eram responsáveis por 21,5% dos postos de trabalho; atividades administrativas e serviços complementares por 19,6%; comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas por 17,5%; e a construção tinha 17,2% da mão de obra. Juntas, as empresas de alto crescimento foram responsáveis por 77,6% dos postos de trabalho gerados em 2012.

Os setores que pagam os salários médios mais altos são os de eletricidade e gás (8,2 salários mínimos), indústrias extrativas (7,4) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (5,9). As remunerações mais baixas estão nos setores de alojamento e alimentação, de atividades administrativas e serviços complementares e de artes, cultura, esporte e recreação, todos com média de 1,6 salário mínimo. (da Agência Brasil, Akemi Nitahara)



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