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Produção industrial do país cai 0,7% em novembro, diz IBGE 09/01/2015

A produção industrial brasileira caiu 0,7% em novembro de 2014, passando a acumular ao longo do ano passado retração de 3,2%, na série livre de influências sazonais. A queda de novembro confirma a estagnação do setor industrial que já fechou outubro com elevação de 0,1%, depois de apresentar queda em setembro, de 0,3%.

Em novembro, houve retração em 11 dos 24 setores pesquisados e em três das quatro grandes categorias. Os dados fazem parte da Pesquisa Industrial Mensal-Produção Física Brasil (PIM-PF) e foram divulgados ontem (8), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Quando a comparação é feita com novembro de 2013, o recuo da produção foi ainda mais significativo (-5,8%) – é a nona taxa negativa consecutiva nesse tipo de comparação e a mais forte desde junho do ano passado (-6,9%). Já o indicador acumulado nos últimos 12 meses, também 3,2%, manteve a trajetória de queda iniciada em março de 2014 (2%) e representou o maior resultado negativo desde janeiro de 2010 (4,8%). Os dados indicam que, entre as atividades, a de veículos automotores, reboques e carrocerias, com queda de 14,4% e a de produtos alimentícios, que caiu 8,7%, foram as que exerceram as maiores influências negativas.

Os números do IBGE indicam que exerceram influência negativas significativas setores como metalurgia, cuja queda chegou a 11,4%, máquinas e equipamentos (-8,8%), produtos de metal (-12,1%), equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (-14,1%), outros produtos químicos (-5,3%), e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-9,2%). Entre as quatro atividades que aumentaram a produção, o principal impacto foi observado em indústrias extrativas (4,1%).

Ainda na comparação com igual mês do ano anterior, os bens de consumo duráveis caíram 11% e bens de capital 9,7%. Os dois setores assinalaram as quedas mais acentuadas entre as grandes categorias econômicas. Os setores produtores de bens intermediários, repetindo o resultado observado na média da indústria, e de bens de consumo semi e não-duráveis também registraram quedas de 5,8% e 3,1%, respectivamente.

A queda acumulada de 3,2%, de janeiro a novembro deste ano, frente a igual período do ano anterior, mostra taxas negativas alcançando as quatro grandes categorias econômicas, 19 dos 26 ramos, 61 dos 79 grupos e 63,7% dos 805 produtos pesquisados.

Entre os setores, o principal impacto negativo foi observado em veículos automotores, reboques e carrocerias (-17,3%). Outras contribuições negativas sobre o total nacional vieram dos setores de produtos de metal (-11,1%), metalurgia (-7,1%), máquinas e equipamentos (-5,6%), outros produtos químicos (-4%) e máquinas, aparelhos e materiais elétricos (-7,5%).

Nas sete atividades que ampliaram a produção, as principais influências foram observadas em indústrias extrativas (5,4%) e coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis (2,7%).

Entre as grandes categorias econômicas, o perfil dos resultados para o índice acumulado nos 11 meses de 2014 mostrou menor dinamismo para bens de consumo duráveis (-9,1%) e bens de capital (-8,8%), pressionadas especialmente pela redução na fabricação de automóveis (-15%) e de bens de capital para equipamentos de transporte (-16,5%). (da Agência Brasil, Nielmar de Oliveira)



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