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Indústria têxtil prevê retomada de crescimento só em 2016 23/01/2015

Depois de eliminar 20 mil postos de trabalho e de um resultado negativo em seu desempenho, com queda de 5%, no ano passado, a indústria têxtil brasileira deve passar neste ano por um período de ajustes e só retomar o crescimento de fato, a partir de 2016, previu ontem (22), o presidente da Associação Brasileira da Indústria Têxtil (Abit), Rafael Cervone.

Ele disse que o encarecimento dos custos de produção, com destaque para energia elétrica e tributação, além da concorrência com os chineses, tem levado os empresários do setor a mudar de estratégia para manter as atividades. “Só este ano, a energia ficou 40% mais cara e o megawatt/hora, que há dez anos custava R$ 60, subiu para R$ 800,00 e isso preocupa muito o setor.”

De acordo com projeções anunciadas por Cervone, as atividades estarão quase estagnadas, com crescimento de 0,3% e faturamento de US$ 51,5 bilhões incluindo a área de confecção. Se isso se confirmar, o setor já terá um ganho em relação a 2014, embora Cervone aponte um cenário de dificuldades, em meio a queixas de falta de previsibilidade na economia e do temor de um mercado interno menos aquecido.

Cervone informou que abrir mais os negócios no mercado externo é uma das estratégias para estimular a produção. Ele disse que, com esse propósito, as próximas semanas, missão chefiada pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior embarcará para os Estados Unidos. Ainda não há, porém, data definida para o encontro com as autoridades americanas.

No caso dos tecidos usados na fabricação de jeans, por exemplo, o Brasil concorre com a Colômbia, que exporta para os americanos com alíquota zero. O executivo defendeu ainda outras frentes de atuação, visando a atrair também os consumidores na União Europeia e do México, que seria uma porta de entrada para os Estados Unidos.

Com metas ainda de investir em inovação e produtividade, as empresas têxteis devem continuar neste ano com saldo negativo na contratação de pessoal. Há estimativa de corte de 4 mil vagas. O saldo da balança comercial projetado indica déficit de US 6,13 bilhões, com alta de 2,7% nas exportações e de 3,6% na importação.

Para Cervone, o fato de o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, reconhecer que o primeiro trimestre será ruim para a economia brasileira soa como um avanço da credibilidade do governo diante de um clima de incertezas para novos investimentos. (da Agência Brasil, Marli Moreira)



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