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Confiança de serviços tem recorde negativo em fevereiro, mostra FGV 02/03/2015

O índice de Confiança de Serviços (ICS) voltou a cair em fevereiro recuando 5,4% em relação a março, depois de ter fechado o mês de janeiro com recuo de 2% em relação a dezembro do ano passado. Com a segunda queda consecutiva na série com ajuste sazonal, o ICS passou de 99,1 para 93,7 pontos, registrando o menor nível da série iniciada em junho de 2008.

O índice foi divulgado hoje (2), pelo Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getulio Vargas (FGV). A pesquisa indica que o movimento negativo do ICS em fevereiro alcançou dez das 12 atividades e foi determinado tanto pelas avaliações sobre o momento presente quanto pelas expectativas em relação aos meses seguintes.

Após aumentar 5,5% em janeiro em relação a dezembro do ano passado, o Índice de Situação Atual apresentou em fevereiro queda de 6,9%; enquanto o Índice de Expectativas, que já havia fechado janeiro com queda de 6,6%, voltou a cair 4,5% em fevereiro frente a janeiro.

Para o consultor do Ibre Silvio Sales, o resultado de fevereiro retrata um setor “em contínua desaceleração”, inserido em um contexto em que a demanda reflete efeitos da inflação elevada e da queda da confiança do consumidor.

“Fevereiro marca um novo recorde negativo na curva de confiança do setor de serviços. As empresas têm avaliações desfavoráveis quanto à demanda atual e nos próximos três meses e sobre a situação atual e futura dos negócios, que atingem de modo generalizado os segmentos pesquisados neste início de ano. O resultado retrata um setor em contínua desaceleração, com a demanda refletindo os efeitos da inflação elevada”, disse.

O estudo indica que a piora do Índice de Situação Atual de janeiro para fevereiro foi determinada pela redução de 8,2% do indicador de Volume de Demanda Atual e de 5,7% do indicador de Situação Atual dos Negócios. “A proporção de empresas que avaliam o volume de demanda atual como forte diminuiu de 11,4% para 8,8% e a parcela das que o avaliam como fraco passou de 32,4% para 36,3%”, informou o Ibre.

A queda de 5,1% no indicador de Tendência de Negócios e de 3,9% no Indicador de Demanda Prevista levou à redução de 4,5% do Índice de Expectativa do setor, de janeiro para fevereiro. “A proporção de empresas esperando melhora da tendência dos negócios passou de 30,8% para 29,3% do total; enquanto a parcela das que esperam piora aumentou de 14,1% para 18,5%”, mostra o documento. (da Agência Brasil, Nielmar de Oliveira)



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