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Federal Reserve mantém juros básicos e reduz previsão de crescimento para EUA 18/06/2015

O Federal Reserve (Fed), Banco Central norte-americano, deixou inalteradas as taxas básicas de juros, próximas de 0, e mostrou-se mais pessimista sobre o crescimento econômico e o desemprego nos Estados Unidos em 2015.

O Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos pelo país) deverá encerrar 2015 com crescimento anualizado (quando a taxa do último trimestre é estendida para os 12 meses anteriores) entre 1,8% e 2%. A projeção é inferior à anunciada em março, quando o órgão estimava expansão anualizada entre 2,3% e 2,7%. Para 2016, as previsões de crescimento situam-se entre 2,4% e 2,7%, sem grandes alterações em relação às anteriores.

Em relação à taxa de desemprego no fim de 2015, o Banco Central norte-americano aumentou a previsão para uma faixa entre 5,2% e 5,3%, contra estimativa de 5% a 5,2%. Em maio, a taxa de desemprego nos Estados Unidos estava em 5,5%. As previsões de desemprego para 2016 foram mantidas entre 4,9% e 5,1%.

O Fed indicou também que a inflação deverá continuar abaixo da meta de 2%. Por causa da queda dos preços do petróleo, os preços no consumidor devem aumentar entre 0,6% e 0,8% este ano, sem alterações em relação aos números divulgados em março. De acordo com a autoridade monetária norte-americana, o objetivo de ter uma inflação anual próxima de 2% não será atingido antes de 2017.

Depois de dois dias de reunião, o Fed decidiu deixar as suas taxas de juro próximas de zero e avaliou que a economia norte-americana ainda está em expansão "moderada". Em comunicado divulgado após a reunião, não foi dada qualquer indicação sobre o momento em que o Banco Central reajustará os juros pela primeira vez desde a crise financeira de 2008.

A instituição limitou-se a repetir que a sua política monetária começará a mudar quando forem registrados novos progressos no mercado de trabalho e quando o órgão estiver “razoavelmente confiante” quanto à possibilidade de a inflação anual norte-americana alcançar os 2%. (da Agência Lusa)



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