Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Banco Central norte-americano prevê alta dos juros até o fim do ano 15/07/2015

A melhoria da situação econômica nos Estados Unidos deverá "justificar" uma alta das taxas de juros diretoras este ano, apesar das "incertezas" no cenário internacional, assegurou hoje (15) a presidenta do Federal Reserv (Fed), o Banco Central norte-americano, Janet Yellen.

"Se a economia evoluir como o previsto, a situação econômica deverá justificar, em algum momento deste ano, aumentar as taxas e começar assim a normalizar a política econômica", reafirmou Janet Yellen, em discurso no Congresso.

Desde 2008, o Fed mantém as taxas próximas de 0 para apoiar a atividade econômica, mas pretende aumentá-las, a partir de agora, na medida em que a atividade econômica norte-americana melhora e se aproxima de seus dois objetivos, que são pleno emprego e taxa de inflação próxima de 2%.

Ao evitar dar uma data precisa, Janet disse esperar que a alta ocorra até o fim deste ano e apelou para que não se "subestime" a importância desta decisão, em uma intervenção na comissão da Câmara dos Representantes norte-americana.

Segundo a dirigente  do Fed, os dados do mercado de trabalho vão bem, apesar de certas fraquezas e a inflação anual, atualmente muito baixa nos Estados Unidos (0,2% em abril), deverá subir "progressivamente".

"As perspetivas são de melhoria no mercado de trabalho norte-americano e da economia em geral", resumiu Janet Yellen, advertindo para "incertezas" nos cenários interno e, sobretudo, internacional. "A situação no exterior, em particular, coloca riscos sobre a economia norte-americana", disse ela.

Sobre a Grécia, que chegou a um pré-acordo com seus credores na segunda-feira (13), para um novo plano de ajuda, a presidenta do Fed disse que a situação continua "difícil" apesar da recuperação "mais firme" do conjunto da zona euro.

Janet Yellen também advertiu para o caso da segunda maior economia do mundo, a China, que atravessa um período de fortes turbulências nas bolsas de valores. "A China continua a se debater com os desafios apresentados por uma dívida elevada, um mercado imobiliário fraco e condições financeiras voláteis."

A próxima reunião para analisar a política monetária do Fed está marcada para os dias 28 e 29 deste mês. (da Agência Lusa)



Últimas

2020/07/07 » Bolsonaro sanciona MP que criou programa de manutenção do emprego
2020/07/07 » Tecnologias da Embrapa ajudam Ceará a dobrar produção de algodão
2020/07/07 » Com aumento de mortes, Miami volta a fechar restaurantes
2020/07/06 » Saiba como estão os planos de retomada econômica em cada estado
2020/07/06 » Saiba como funcionam os testes para detectar a covid-19
2020/07/06 » Caixa deposita saque emergencial do FGTS para nascidos em fevereiro
2020/07/03 » Com digitalização de salas de aula, pandemia acentua exclusão escolar
2020/07/03 » Conheça resultado do maior estudo sobre a covid-19 no Brasil
2020/07/03 » Rendimento médio de brasileiros cai a 82% em maio devido à covid-19
2020/07/02 » Califórnia fecha bares e restaurantes na maior parte do estado
2020/07/02 » Isolamento social pode agravar castigos e palmadas, diz pesquisa
2020/07/02 » Registro digital de veículo está disponível em todo o país
2020/07/01 » Crise causa impacto na indústria, que precisa de mudança, diz CNI
2020/07/01 » Câmara aprova concessão de crédito para pequenas empresas
2020/07/01 » Entregadores de apps fazem greve nacional nesta quarta-feira
2020/07/01 » Auxílio emergencial de R$ 600 é prorrogado por mais dois meses
2020/06/30 » Consumidores mantêm intenção de comprar veículos mesmo com a crise
2020/06/30 » Brasil registra retração de 331,9 mil postos de trabalho em maio
2020/06/30 » Programa de suspensão de contrato e redução de jornada será estendido
2020/06/30 » Programa de redução de salário preserva 11,7 milhões de empregos

Ver mais »