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Vendas no comércio caem 0,5% em setembro, diz IBGE 12/11/2015

O volume de vendas do comércio varejista recuou 0,5% em setembro, em comparação a agosto, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Foi o oitavo resultado negativo seguido.

A receita nominal do comércio varejista, porém, permaneceu estável (0,1%) pelo segundo mês consecutivo. De janeiro a setembro de 2015, as taxas acumuladas no varejo ficaram em -3,3% e nos últimos 12 meses em -2,1%.

O comércio varejista ampliado, que inclui o varejo e as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, voltou a registrar variação negativa na margem, com decréscimo de 1,5% em relação a agosto na série com ajuste sazonal. A receita nominal ficou em -1,2%. Em relação ao mesmo mês do ano anterior, o varejo ampliado registrou quedas de 11,5% para o volume de vendas e de 4,4% para receita nominal. No que se refere às taxas acumuladas, os resultados foram: -7,4% no acumulado do ano e de -6% nos últimos 12 meses, para o volume de vendas, e de 1,1% e 0,1% para a receita nominal, respectivamente.

De acordo com o IBGE, oito das 10 atividades pesquisadas apresentaram variação negativa em setembro em comparação a agosto. As maiores taxas negativas foram: veículos, motos, partes e peças (-4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (-3,8%); e equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (1,7%).

Já a venda de móveis e eletrodomésticos ficou estável este mês (0%), após sete quedas consecutivas. O setor de maior peso no comércio varejista, que inclui hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, permanece praticamente estável (0,1%) pelo segundo mês consecutivo.

Na comparação com setembro do ano anterior, em volume de vendas, todas as oito atividades pesquisadas no varejo apresentaram variações negativas. O principal destaque foi móveis e eletrodomésticos (-17,9%); seguido por hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-2,2%); combustíveis e lubrificantes (-8,7%) e tecidos, vestuários e calçados (-12,9%). Esses segmentos do varejo responderam por mais de 80% da taxa global. (da Agência Brasil)



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