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Inflação entre idosos fecha 2016 em 6,07%, abaixo da média global do país 13/01/2017

O Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade (IPC-3i), que mede a variação da cesta de consumo de famílias majoritariamente compostas por indivíduos com mais de 60 anos de idade, registrou no quarto trimestre de 2016 variação de 0,93%.

Com o resultado, a inflação para as pessoas da terceira idade fechou 2016 com alta acumulada de 6,07%, resultado menor do que a inflação acumulada para a totalidade do país (IPC-BR), que foi de 6,18%.

Os dados relativos ao Índice de Preços ao Consumidor da Terceira Idade foram divulgados hoje (13), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Economia, da Fundação Getulio Vargas (Ibre-FGV). Indicam que, na passagem do terceiro trimestre de 2016 para o quarto trimestre, a taxa do IPC-3i acusou alta de 0,26 ponto percentual, passando de 0,67% para 0,93%.

Segundo a FGV, seis das oito classes de despesa componentes do índice registraram alta em suas taxas de variação. A principal contribuição partiu do grupo Transportes, cuja taxa foi de 0,22% para 2,37%. O item que mais influenciou o comportamento dessa classe de despesa foi gasolina, que variou 3,28%, no quarto trimestre, depois de ter fechado com deflação (inflação negativa) de -1,79% no período anterior.

Preços em alta

Contribuíram também para a alta da inflação entre um período e outro os grupos Alimentação (de -0,22% para 0,31%), Educação, Leitura e Recreação (1,34% para 2,66%), Despesas Diversas (0,39% para 1,54%), Comunicação (0,52% para 1,03%) e Vestuário (0,31% para 0,75%).

Em contrapartida, apenas o grupo Habitação anotou queda de preços entre os dois trimestres, ao passar de 0,72% para uma inflação negativa de 0,16%, influenciado pelo item tarifa de eletricidade residencial, que foi de -2,69% para -6,25%.

Já o grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu a taxa de variação da última apuração: 1,82%. As principais influências em sentido ascendente e descendente partiram dos itens salão de beleza (0,90% para 2,48%) e artigos de higiene e cuidado pessoal (2,76% para 1,85%), respectivamente. (da Agência Brasil, Nielmar de Oliveira)



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