Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
Desigualdade cai no Sudeste e cresce nas demais regiões do país, diz IBGE 11/04/2018

O país fechou o ano passado com o índice de Gini, principal medida da desigualdade de renda, estável. O rendimento médio mensal real domiciliar per capita ficou em 0,549, praticamente igual ao de 2016, e mesmo com variação pequena em 2017, o indicador subiu em todas as regiões, com exceção do Sudeste, onde o índice recuou de 0,535 para 0,529.

Os dados são da pesquisa Rendimento de todas as fontes de renda 2017, divulgada hoje (11) pelo  Instituto Brasileiro de Geografia e estatística (IBGE), com base em dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua). O índice de Gini é o instrumento que mede o grau de concentração de renda da população, mostrando a diferença entre os rendimentos dos mais pobres e dos mais ricos

Nas regiões Sudeste, Nordeste e Sul, as mais populosas do país, esses índices foram de 0,529, 0,567 e 0,477, respectivamente. Assim, a Região Sudeste foi a única a reduzir o indicador que, em 2016, foi de 0,535. As demais regiões apresentaram indicadores maiores que no ano anterior.

“É bom lembrar que, apesar do quadro não ter se alterado muito, o Brasil está entre os países com maior desigualdade no mundo. Somos talvez o segundo na América Latina. Se olharmos para o ranking mundial, ele é bem mais elevado, e talvez sejamos um dos últimos colocados”, disse o coordenador da pesquisa, Cimar Azeredo, do IBGE.

“A situação permaneceu estável tanto no país quanto nas cinco grandes regiões e nas 27 unidades da federação. Não percebemos avanço, nem recuo, mas se percebe que a situação de desigualdade no Brasil continua bastante perversa."

Segundo Azeredo, o país até vinha em um processo de avanço, mas com a crise econômica, a desigualdade persistiu. “Houve aumento do índice no Sudeste, mas foi em razão de ter sido a região que mais sofreu com a crise. Teve a questão do preço do barril de petróleo, perda do número do trabalho com carteira assinada e na qualidade do emprego”.

A redução no índice de Gini no Sudeste, de acordo com o coordentador, não se deu pelo avanço da população de menor renda. “Não foi ela que subiu um degrau, mas foi quem estava em cima que desceu um degrau e não é essa a melhor forma de se reduzir a desigualdade. O ideal é que se reduza desigualdade com todo mundo avançando”, afirmou. (da Agência Brasil, Nielmar de Oliveira)



Últimas

2018/04/24 » Arrecadação cresce 3,95%, melhor resultado para março em 3 anos
2018/04/24 » Redução de peso pode evitar 15 mil casos de câncer por ano no Brasil
2018/04/24 » Contratações por salário menor fazem cair arrecadação da Previdência
2018/04/23 » Mercado reduz pela quarta vez a projeção de crescimento da economia
2018/04/23 » Pacote com medidas contra corrupção pode ser consultado até o dia 30
2018/04/23 » Vacinação contra a gripe começa hoje em todo o país
2018/04/23 » Exportação e reserva internacional mantêm risco país em níveis baixos
2018/04/20 » Mortes de ciclistas aumentam 17,8% no estado de São Paulo
2018/04/20 » Anatel aprova redução na tarifa de telefonia fixa da Telefônica
2018/04/20 » Simplificação do PIS/Cofins deve ir ao Congresso em maio, diz ministro
2018/04/19 » União Europeia embarga 20 frigoríficos de frango do Brasil
2018/04/19 » Brasil precisa continuar reformas, diz chefe do FMI
2018/04/19 » Brasil avança no controle contra lavagem de dinheiro, diz relatório
2018/04/19 » Entra em vigor pena maior para motorista bêbado que mata em acidente
2018/04/19 » Confiança do empresário recua pela primeira vez após oito meses
2018/04/18 » Estações do Metrô em SP oferecem vacina contra febre amarela
2018/04/18 » Campanha de vacinação contra gripe começa no dia 23 de abril
2018/04/18 » Brasil só terá superávit primário daqui a quatro anos, diz FMI
2018/04/18 » Economia mundial dá sinais favoráveis de crescimento, diz FMI
2018/04/18 » Sobe percentual de homens que fazem tarefas domésticas, diz IBGE

Ver mais »