Câmara do Japão
Japonês
Buscar: OK

Tópicos

 

 

 

 

 

 

(426)Você está em:
  • Home »
    • Câmara
      • » Notícias

Notícias

Selecione datas para filtrar: a OK
CNI reduz de 1,6% para 1,3% projeção de expansão da economia este ano 11/10/2018

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) reduziu a projeção para o crescimento da economia este ano. Segundo o Informe Conjuntural do terceiro trimestre, divulgado hoje (11), em Brasília, a previsão passou 1,6% estimado em junho para 1,3%. Em abril, a estimativa era 2,6%.

A estimativa da CNI é que o PIB (Produto Interno Bruto – soma de todas as riquezas produzidas no país) industrial tenha expansão de 1,3%, inferior a 1,8% previsto em junho.

O consumo das famílias aumentará 1,9% e a taxa de desemprego continuará alta, fechando o ano com média anual de 12,2% da população economicamente ativa. As novas previsões indicam que os investimentos aumentarão 2,2%.

O Informe Conjuntural lembra que as incertezas em relação ao resultado das eleições e ao programa econômico do novo governo reduziram ainda mais o fraco ritmo de crescimento da economia e da indústria no terceiro trimestre.

Para a CNI, o ajuste das contas públicas é o principal desafio do próximo governo. “É inexorável um ajuste que reponha a trajetória das contas públicas na linha da responsabilidade fiscal”, diz o Informe Conjuntural.

Dívida pública

Este ano, a CNI estima que a dívida pública alcançará 77,1% do PIB. O déficit primário, mesmo com as sucessivas quedas registradas até agosto, fechará o ano em 1,9% do PIB, mostrando que as despesas do governo são superiores às receitas.

“Em 2018, completaremos o quinto ano seguido de déficits primários expressivos, o que levou ao aumento de 25 pontos percentuais na relação da dívida pública/PIB. Esse quadro precisa ser revertido”, adverte o estudo.

Na avaliação da indústria, o próximo governo deve manter a Emenda Constitucional 95, que estabelece limites para o crescimento do gasto público. A CNI lembra ainda que o cumprimento dos limites dos gastos depende de reformas em tramitação no Congresso Nacional.

“É, portanto, possível avançar nessas discussões com sucesso, aprovando a reforma da Previdência e os projetos que tratam da remuneração dos servidores públicos. Ambos são cruciais para reduzir o ritmo de expansão das despesas primárias”, destaca o Informe Conjuntural.

Para a CNI, se o novo governo fizer as reformas necessárias a um ajuste fiscal de longo prazo que elimine o déficit e reverta a trajetória de crescimento da dívida pública, o Brasil poderá superar a crise e crescer até 3% no próximo ano. (da Agência Brasil, Kelly Oliveira)



Últimas

2019/06/19 » Prévia do Índice de Confiança da Indústria recua 1,4 ponto
2019/06/19 » Autorização para trabalho aos domingos e feriados será permanente
2019/06/19 » Autoridades e pesquisadores debatem adoção da lei de proteção de dados
2019/06/18 » Desemprego de longo prazo cresce 42,4% entre 2015 e 2019
2019/06/18 » Inflação do aluguel é de 6,46% em 12 meses
2019/06/18 » PIB recua 0,9% no trimestre encerrado em abril, diz FGV
2019/06/17 » Exportações brasileiras crescem 10% em maio com vendas para os EUA
2019/06/17 » Produtividade do trabalho no país recua 1,1% no primeiro trimestre
2019/06/17 » Indicador antecedente da economia brasileira cai 0,9%, diz FGV
2019/06/17 » Mercado financeiro espera por cortes na Selic a partir de setembro
2019/06/17 » Estimativa do mercado para crescimento da economia cai para 0,93%
2019/06/17 » Potências reduzem, mas modernizam arsenais nucleares, diz relatório
2019/06/14 » Mercado segurador brasileiro cresce 4,9% no primeiro quadrimestre
2019/06/14 » Frustração faz grandes empresas investirem menos que o planejado
2019/06/14 » "Se forçar a barra, não aprova nada", diz Bolsonaro sobre Previdência
2019/06/14 » Ipea: inflação desacelera para todas as classe sociais
2019/06/14 » Atividade econômica tem queda de 0,47% em abril
2019/06/14 » ANS suspende venda de 51 planos de saúde de 11 operadoras
2019/06/14 » Inflação pelo IGP-10 cai de 0,70% para 0,49%, diz FGV
2019/06/13 » Produção de ovos de galinha cresce 6% no primeiro trimestre

Ver mais »