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Aumento no preço dos alimentos faz inflação subir 0,37% em prévia do mês 24/11/2006

Brasília, 24/11/2006 - O Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA-15), que funciona como prévia da inflação oficial do país, medida pelo IPCA, subiu para 0,37% em novembro, ante a taxa de 0,29% apurada em outubro. De acordo com dados divulgados hoje (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a alta do índice foi puxada pelo aumento nos preços dos alimentos. A variação chegou a 1,35% em novembro, ficando bem acima do que foi registrado no mês anterior, de 0,47%.

Entre os produtos que ficaram mais caros estão as carnes bovinas (4,23%) e o frango (13,03%). Outros produtos que também pesam na despesa das famílias e que aumentaram de preço, foram o tomate (28,01%), a batata-inglesa (6,63%), a farinha de mandioca (4,66%), as frutas (3,39%) e o arroz (3,65%). As refeições servidas em restaurantes foram reajustadas em 0,94%.

Em contra-partida, continuaram com os preços em queda o açúcar cristal (-7,66%) e refinado (-3,26%), a cenoura (-9,83%) e leite pasteurizado (-1,04%). De acordo com o IBGE, o IPCA-15 de novembro só não foi mais alto devido à queda nos preços de produtos como o álcool combustível (-1,36%), automóvel usado (-2,20%), e de aparelhos de TV, som e informática (-1,01%).

Regionalmente, o índice de novembro foi mais alto em Curitiba (0,97%), onde ficaram mais caros o litro da gasolina (6,89%), e do álcool combustível (8,04%) e também os remédios (0,92%).  A taxa mais baixa foi registrada em Goiânia (0,14%).

Entre janeiro e novembro, o IPCA-15 acumula alta de 2,60% e nos últimos 12 meses, de 2,99%. Para o cálculo da taxa de novembro, os preços foram coletados entre os dias 12 de outubro e 13 de novembro e comparados com os vigentes entre 13 de setembro e 11 de outubro.

A metodologia é a mesma usada para o cálculo do IPCA, ou seja, o índice é apurado entre famílias com rendimento mensal da um a 40 salários mínimos residentes nas regiões metropolitanas do Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte, Recife, São Paulo, Belém, Fortaleza, Salvador e Curitiba, além de Brasília e Goiânia.

 

 

Agência Brasil - Cristiane Ribeiro

 

 

 

 



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